Ideologia e política

Espaço urbano, escola e desigualdade social

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Rocha, Maria Zélia Borba
Sexo
Mulher
Título do periódico
Sociedade e Estado
Volume
14
Ano de Publicação
1999
Local da Publicação
Brasília
Idioma
Português
Palavras chave
desigualdade social
cultura política
representações sociais
democracia e escola
Resumo

Este artigo objetiva estabelecer a possível relação existente entre a constituição do espaço urbano e o surgimento do espaço escolar como conceito e como organização. Discute a contribuição dos procederes formativos educacionais aos processos de criação e disseminação das representações sociais e de formação de personalidades democráticas em um contexto de desigualdade social. Conclui que a inserção do indivíduo no mundo do saber escolarizado é imprescindível, na sociedade contemporânea, para a elaboração e difusão de representações sociais, assim como para a constituição de personalidades mais democráticas, consistindo a escola numa instituição fulcral ao processo de consolidação da democracia no Brasil.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
Brasília
Bairro/Distrito
Plano Piloto; Lago Sul; Lago Norte
Macrorregião
Centro-Oeste
Brasil
Habilitado
UF
Distrito Federal
Cidade/Município
Recife
Bairro/Distrito
Graças; Boa Viagem
Macrorregião
Nordeste
Brasil
Habilitado
UF
Pernambuco
Referência Temporal
1995-1996
Localização Eletrônica
https://periodicos.unb.br/index.php/sociedade/article/view/44366

Burocracia e participação: a experiência do Orçamento Participativo em Porto Alegre

Tipo de material
Tese Doutorado
Autor Principal
Nassuno, Marianne
Sexo
Mulher
Orientador
Coelho, Maria Francisca Pinheiro
Ano de Publicação
2006
Local da Publicação
Brasília
Programa
Pós Graduação em Sociologia
Instituição
UnB
Idioma
Português
Palavras chave
burocracia
participação
orçamento participativo
democracia
igualdade
Resumo

Este trabalho discute a tensão entre burocracia e participação a partir da análise da estrutura, processos, documentos e pessoas que realizaram a institucionalização da participação no Orçamento Participativo de Porto Alegre (OPPA), no período entre 1989 e 2004.

Constata-se a existência de um quadro administrativo participativo em Porto Alegre com características diversas, embora não opostas ao tipo ideal weberiano de burocracia. Os elementos do tipo ideal da burocracia, embora presentes no quadro administrativo do OPPA, não são suficientes para institucionalizar a participação. A tensão entre burocracia e participação é confirmada com uma análise do conceito de participação segundo o pensamento de diversos autores e tendo como referência os conceitos de igualdade e liberdade.

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
Porto Alegre
Macrorregião
Sul
Brasil
Habilitado
UF
Rio Grande do Sul
Referência Temporal
1989-2004
Localização Eletrônica
https://periodicos.unb.br/index.php/sociedade/article/view/5278

Narrativas de reforma psiquiátrica e cidadania no Distrito Federal

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Amaral, Marcela Corrêa Martins
Sexo
Mulher
Orientador
Nunes, Christiane Girard Ferreira
Ano de Publicação
2006
Local da Publicação
Brasília
Programa
Pós Graduação em Sociologia
Instituição
UnB
Idioma
Português
Palavras chave
Sociologia
Reforma psiquiátrica
saúde mental
cidadania
Resumo

A presente pesquisa tem por objetivo conhecer o processo de implementação das políticas de reforma psiquiátrica no Distrito Federal e o alcance das novas práticas de assistência à saúde mental sobre a cidadania das pessoas acometidas por transtornos mentais. Para desenvolvermos tal investigação, optamos por buscar os discursos dos profissionais que atuam nas seguintes instituições: Ministério Público do Distrito Federal e Territórios, Instituto de Convivência e de Recriação do Espaço Social, Hospital São Vicente de Paula e Instituto de Saúde Mental. Entender os movimentos pela desinstitucionalização da atenção à saúde mental no Distrito Federal torna-se relevante para compreender como os profissionais, que são agentes concretizadores da reforma local, percebem estas transformações, o que nos possibilita, ainda, conhecer suas representações sociais sobre a doença mental.

A análise estende-se ao processo de exclusão social imposto às pessoas acometidas por transtornos mentais foram objeto, ao estigma que se construiu sobre a loucura, bem como a sua institucionalização e às mudanças dos paradigmas que vêm redirecionando o atendimento psiquiátrico à saúde mental. Nesta perspectiva, buscamos demonstrar a relevância dos movimentos sociais em saúde no Brasil, sobretudo a do movimento da luta antimanicomial, desde a década de 1970, para o redirecionamento das políticas de atenção à saúde mental. O trabalho pretende, ainda, analisar a Lei nº 10.216/01, conhecida como a “Lei da Reforma Psiquiátrica”, que trata do redirecionamento da psiquiatria e da proteção aos direitos dos portadores de transtornos mentais.

O foco principal deste estudo é provocar uma reflexão sobre os avanços e os impasses da reforma psiquiátrica no DF e sobre o exercício de uma cidadania plena para as pessoas acometidas por transtornos mentais e, nesse sentido, concluímos que pouco se avançou para desinstitucionalizar a assistência e criar serviços substitutivos ao modelo manicomial. Ademais, não existem ini-ciativas significativas que busquem reinserir as pessoas acometidas por transtornos mentais no convívio em sociedade, exceto pelas atividades desenvolvidas pela ONG Inverso. Quanto à Lei nº 10.216, esta é percebida como um respaldo para a defesa e proteção dos direitos das pessoas acometidas por transtornos mentais, mas não teve influência significativa para que as políticas de reforma fossem implantadas no DF.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Macrorregião
Centro-Oeste
Brasil
Habilitado
UF
Distrito Federal
Referência Temporal
Década 1970-2000
Localização Eletrônica
https://periodicos.unb.br/index.php/sociedade/article/view/5260

UMA CIDADE MUDA NÃO MUDA: Mulheres, Graffitis e Espaços Urbanos Hostis

Tipo de material
Tese Doutorado
Autor Principal
Lima Rodrigues de Barros, Erna Raisa
Sexo
Mulher
Orientador
Marcon, Frank Nilton
Ano de Publicação
2020
Programa
Sociologia
Instituição
UFS
Idioma
Português
Palavras chave
graffiti
espaços hostis
mulheres
cidades
gênero
Resumo

“Uma Cidade muda não muda: graffiti e mulheres no espaço público” propõe uma leitura do graffiti enquanto fenômeno urbano em diálogo com a estrutura da cidade como espaço de disputas a partir de uma perspectiva de gênero. Busca contribuir para uma discussão sobre o transitar das mulheres pelo ambiente público “por sobre os ombros” de grafiteiras que ressignificam estes espaços, apoiadas na representação de entendimentos sobre uma cidade pensada e planejada segundo uma ideia de universalidade do humano, ou seja, uma perspectiva hegemônica do masculino em detrimento do feminino. Assim, o objetivo principal da Tese é a identificação dos espaços hostis à presença das mulheres no espaço público da cidade e a reflexão acerca da resistência das grafiteiras a estes espaços através da reinvindicação de uma agência na cidade. Para isso, a metodologia utilizada foi a observação dos usos cotidianos e discursos de grafiteiras na Grande Aracaju – SE, através do registro fotográfico e fílmico de suas intervenções no ambiente urbano, percorrendo diferentes trajetos junto a elas, e também sozinha, a fim de compreender a prática do graffiti como ferramenta de representação, contestação e expressão feminina. Deparei-me durante estes trajetos com uma estrutura urbana que atende por uma lógica masculina de planejamento não sensível ao gênero, que impõe às mulheres um transitar cheio de limitações, que apresentei nesta Tese através de Pranchas Fotográficas, dispostas em montagens das imagens colhidas em campo. A pesquisa teve como resultado a compreensão de que as grafiteiras resignificam e transgridem diferentes espaços hostis às mulheres, guiadas por sentimentos de resistência e sororidade, através da reinvindicação de uma agência estetizada e de dinâmicas particulares de diálogo e atuação na cidade.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
Aracaju
Macrorregião
Nordeste
Brasil
Habilitado
UF
Sergipe
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://sucupira-legado.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=10362584

Standing by the promise: Acts of anticipation in Rio and Jakarta

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Kemmer, Laura
Sexo
Mulher
Autor(es) Secundário(s)
Simone, AbdouMaliq
Sexo:
Homem
Código de Publicação (ISSN)
1472-3433
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.1177/0263775820982997
Título do periódico
Environment and Planning D: Society and Space
Volume
39
Ano de Publicação
2021
Local da Publicação
Londres
Página Inicial
573
Página Final
589
Idioma
Inglês
Palavras chave
urban promises
anticipation
minor futures
detachment
standby
Resumo

Cities are promising machines always holding out prospects for better lives, always attempting to guarantee that things will not remain the same and that whatever changes do ensue are for the better. We propose a notion of “promise” not as simply another descriptor in a long line of adjectives about the city. Rather, we argue that the urban institutional landscape constantly generates new promises as way of anticipation, which in turn allows residents to write themselves into select urban operations. This article engages two central districts in Rio de Janeiro and Jakarta to explore how residents “stand by” the promise, not of passive waiting, but as maneuvers of either staying tuned to or as way of tactical detachment from the multiple trajectories which have been conjured up in the here and now. We understand these maneuvers as acts of “minor” future making that rely upon practices and materials that may seem of little use, but which enable a process of incremental small adjustments and collective subversion of urban trajectories of the transitory.

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
Rio de Janeiro
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
País estrangeiro
Indonésia
Especificação da Referência Espacial
Jakarta
Referência Temporal
2010-2020
Localização Eletrônica
https://journals.sagepub.com/doi/full/10.1177/0263775820982997

Working at the edge: Police, emotions and space in Rio de Janeiro

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Pauschinger, Dennis
Sexo
Homem
Código de Publicação (ISSN)
1472-3433
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.1177/0263775819882711
Título do periódico
Environment and Planning D: Society and Space
Volume
38
Ano de Publicação
2020
Local da Publicação
Londres
Página Inicial
510
Página Final
527
Idioma
Inglês
Palavras chave
Police
Special Forces
Rio de Janeiro
edgework
emotions
Resumo

Rio de Janeiro’s police officers habitually work on the edge of a border – between rationalised and ordered routines on one hand, and risk, disorder and incipient violence on the other. The article argues that this edge has distinct emotional components and concrete spatial consequences for the production of the city as a bordered space. Conceptually, the article combines spatial thinking about the production of territoriality with an emotional understanding of the police as ‘edgeworkers’ grounded in cultural criminology. Empirically, this piece uses ethnographic material from research with ordinary civil police officers and Special Forces in Rio. Across three empirical sections, the article explores police emotions and their significant spatial effects. First, the article mobilises the metaphor of ‘drying ice’ that police officers use to symbolise their everyday struggle with Rio’s urban conflict, and which leads them to produce spaces of secrecy. Second, the article shows how the police consider their job to be a vocation, a stance which simultaneously produces spaces of exposure. Finally, the Special Forces’ activities are compared to those of soldiers in war zones, assessing how the officers as edgeworkers find ways of escaping their emotional dilemma, thereby producing the city as a space of war.

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
Rio de Janeiro
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
Referência Temporal
2013-2016
Localização Eletrônica
https://journals.sagepub.com/doi/full/10.1177/0263775819882711

Digital territories: Google maps as a political technique in the re-making of urban informality

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Luque-Ayala, Andrés
Sexo
Homem
Autor(es) Secundário(s)
Maia, Flávia Neves
Sexo:
Mulher
Código de Publicação (ISSN)
1472-3433
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.1177/0263775818766069
Título do periódico
Environment and Planning D: Society and Space
Volume
37
Ano de Publicação
2019
Local da Publicação
Londres
Página Inicial
449
Página Final
467
Idioma
Inglês
Palavras chave
Digital urbanism
territory
digital mapping
Google Maps
urban informality
Resumo

This article examines the mobilisation of spatial media technologies for digitally mapping informal settlements. It argues that digital mapping operates politically through a re-configuration of circulation, power, and territorial formations. Drawing on Stuart Elden’s understanding of territory, where space is ‘rendered’ as a political category, the coming together of digital mapping and the geoweb is uncovered as a political technique re-making territory through computational logics – operating as a calculative practice that, beyond simply representing space, is productive of the political spatiality that characterises territory. The article is based on an analysis of recent attempts by ICT corporates, particularly Google, to map favelas in Rio de Janeiro, Brazil, critically examining the claim that digitally mapping informal settlements is a mechanism for socio-economic inclusion. Providing a counterargument to claims around the power of digital maps to incorporate favelas, provide recognition, legitimacy, visibility and citizenship, we discuss how in the interface between digital and urban worlds, territory as a political space is constructed through economic incorporation. In doing so, the article unpacks the spatial politics of digital and smart urbanisms and the emerging sovereignties of digital territories, particularly in the context of the tension between inclusion and exclusion experienced by those who live in informal settlements in cities in the global South.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
Rio de Janeiro
Bairro/Distrito
Vidigal
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
Cidade/Município
Rio de Janeiro
Bairro/Distrito
Cantagalo-Pavão-Pavãozinho
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
Cidade/Município
Rio de Janeiro
Bairro/Distrito
Santa Marta
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
Referência Temporal
2015-2016
Localização Eletrônica
https://journals.sagepub.com/doi/full/10.1177/0263775818766069

Transforming space and society? The political ecology of education in the Brazilian Landless Workers’ Movement’s Jornada de Agroecología

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Meek, David
Sexo
Homem
Autor(es) Secundário(s)
Simonian, Ligia TL
Sexo:
Mulher
Código de Publicação (ISSN)
1472-3433
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.1177/0263775816667073
Título do periódico
Environment and Planning D: Society and Space
Volume
35
Ano de Publicação
2017
Local da Publicação
Londres
Página Inicial
513
Página Final
532
Idioma
Inglês
Palavras chave
political ecology of education
Landless Workers’ Movement (MST)
agroecology
dialogic space
convergence
Resumo

The occupation of space is a key geographic tactic for social movements. In this article, we explore how movements’ explicit and everyday occupation of space exists along a continuum. Taken together, these occupations can function as part of a broader strategy of creating dialogic spaces for environmental knowledge production. Dialogic spaces have an educational function, and are intended to provoke critical dialogue and transformation within society. Drawing upon a political ecology of education framework, we show that these dialogic spaces are strategically occupied to help transform both material and immaterial territories. We evidence this argument by analyzing the Brazilian Landless Workers’ Movement’s (MST) Jornada de Agroecology (agroecological journey), which is a social movement meeting. Drawing upon data collected at the 2012 Jornada, we argue that the Jornada’s disparate spatial forms are part of a broader journey related to transforming not only space, but also what constitutes agroecology.

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Macrorregião
Nordeste
Brasil
Habilitado
UF
Pará
Cidade/Município
Ponta Grossa
Macrorregião
Sul
Brasil
Habilitado
UF
Paraná
Cidade/Município
Londrina
Macrorregião
Sul
Brasil
Habilitado
UF
Paraná
Referência Temporal
2012
Localização Eletrônica
https://journals.sagepub.com/doi/full/10.1177/0263775816667073

From securitisation to martialisation: Logistics of humanitarian protection in Brazil’s Amazon

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Virginio, Francis Portes
Sexo
Homem
Autor(es) Secundário(s)
Garvey, Brian
Stewart, Paul
Sexo:
Homem
Sexo:
Homem
Código de Publicação (ISSN)
1472-3433
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.1177/02637758241256824
Título do periódico
Environment and Planning D: Society and Space
Volume
42
Ano de Publicação
2024
Local da Publicação
Londres
Página Inicial
687
Página Final
710
Idioma
Inglês
Palavras chave
militarised humanitarism
migration logistics
martialisation of migration
migrant labour
labour regime
Resumo

The association between logistics and militarised humanitarianism is expanding as a strategy for managing migrants' productive and reproductive lives. In Brazil, despite a progressive humanitarian visa policy, the national army remains responsible for the logistics of a severely underfunded humanitarian operation in Brazil’s Amazon. This study, based on participatory action research with 300 migrants, introduces the notion of martialisation to show political and socioeconomic dimensions that are juxtaposed in the military logistics of humanitarian zones and subsequently experienced as a dominant structuring process of exploitation. These are securitization of migration linked to at once the deepening of market liberalism and the normalisation of military intervention within productive and reproductive processes. Findings show that the military leadership in Brazil’s humanitarian response reveals a multi-scalar phenomenon of military rule that contributes to sustaining the repressive labour regime in Brazil’s Amazon. It articulates the structures of labour subordination with the micromanagement of reproductive measures by which migrants are controlled, exploited, and dispossessed of their rights. The conclusion makes the case for the collective organization of migrants in pursuit of transformative action.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Métodos mistos
Referência Espacial
Cidade/Município
Boa Vista
Macrorregião
Norte
Brasil
Habilitado
UF
Roraima
Cidade/Município
Rorainópolis
Macrorregião
Norte
Brasil
Habilitado
UF
Roraima
Cidade/Município
Pacaraima
Macrorregião
Norte
Brasil
Habilitado
UF
Roraima
Cidade/Município
Manaus
Macrorregião
Norte
Brasil
Habilitado
UF
Amazonas
Referência Temporal
2019-2020
Localização Eletrônica
https://journals.sagepub.com/doi/full/10.1177/02637758241256824

Decolonizing regional planning from the Global South: Active geographies and social struggles in Northeastern Brazil

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Ferretti, Federico
Sexo
Homem
Código de Publicação (ISSN)
1472-3433
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.1177/02637758211024647
Título do periódico
Environment and Planning D: Society and Space
Volume
39
Ano de Publicação
2021
Local da Publicação
Londres
Página Inicial
665
Página Final
684
Idioma
Inglês
Palavras chave
decolonizing social theory
Northeastern Brazil
regional planning
river basin
active geography
Resumo

This paper addresses the engagement of critical geographers from Northeastern Brazil with regional planning, aiming at transforming society by acting on their region’s spaces. Extending and putting in relation literature on planning theory in the Global South and geographical scholarship on decoloniality, I explore new archives showing how the planning work that these geographers performed from 1957 to 1964 was an example of the ‘South’ re-elaborating and putting into practice notions arising from ‘international’ literature, such as that of ‘active geography’, and pioneering critical uses of instruments, such as mappings and statistics, that have often been associated with technocracy and political conservatism. Connected with peasants’ struggles and with a theoretical framework that is cognisant of the colonial histories and insurgent Black and indigenous traditions in the Northeast, these geographers’ works show that there is no ‘Southern Theory’ without a concrete engagement of scholars with social and political problems, one which is not limited to ‘participation’, but aims at challenging the political powers in place. Although not devoid of contradictions that are analysed here, the experiences of these Southern geographers acting in and for the South can provide precious insights into current (Northern or Southern) scholarly programmes aimed at resisting oppression.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Macrorregião
Nordeste
Brasil
Habilitado
UF
Pernambuco
Macrorregião
Nordeste
Brasil
Habilitado
UF
Bahia
Macrorregião
Nordeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio Grande do Norte
Referência Temporal
1957- 1964
Localização Eletrônica
https://journals.sagepub.com/doi/epub/10.1177/02637758211024647