Economia

O empreendedorismo social e a criação de um valor: em esrudos exploratório

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Araujo, Antonia Lais Costa
Sexo
Mulher
Orientador
Freitas, Ana Augusta Ferreira de Freitas
Ano de Publicação
2014
Local da Publicação
Fortaleza
Programa
Programa de Pós-Graduação em Administração
Instituição
UECE
Página Inicial
1
Página Final
95
Idioma
Português
Palavras chave
Empreendedorismo Social
Criação de valor
Negócios Sociais
Resumo

O objetivo geral deste trabalho é analisar de que forma ocorre a criação de valor em empreendimentos sociais. Especificamente, busca-se diferenciar a criação de valor no empreendedorismo comercial da criação de valor no empreendedorismo social e analisar os fatores que influenciam a criação de valor nos negócios sociais. Visando ao alcance de tais objetivos, foram estudados três empreendimentos sociais: um localizado no estado do Ceará, outro no estado de São Paulo e outro no estado de Minas Gerais. A coleta de dados foi realizada por meio de entrevistas, que posteriormente foram analisadas por meio da técnica de análise de conteúdo. Neste estudo, as categorias teóricas resultados financeiros positivos, melhorias sociais ou transformação da realidade social e sobrevivência do empreendimento social apareceram como fatores que influenciam na criação do valor alcançado por todos os empreendimentos estudados. Aliados a esses três fatores, duas das organizações estudadas também alcançaram a criação de valor por meio da influência dos fatores desenvolvimento de ação social na comunidade e diminuição da exclusão social. Apenas em uma única organização surgiu uma nova categoria teórica após a realização da análise de conteúdo. Essa categoria diz respeito ao desejo de se tornar um empreendimento comercial, que acaba sendo um fator influenciador para geração de valor em tal empreendimento. Conclui-se que a presença de alguns fatores pode ocasionar a criação de valor nos empreendimentos sociais.

Disciplina
Referência Espacial
Macrorregião
Nordeste
Brasil
Habilitado
UF
Ceará
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Minas Gerais
Referência Temporal
2013
Localização Eletrônica
https://siduece.uece.br/siduece/trabalhoAcademicoPublico.jsf?id=84716

CONCENTRAÇÃO E DESCONCENTRAÇÃO ECONÔMICA NO ESTADO DE SÃO PAULO NO PERÍODO DE 1996 A 2007

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Guimarães, Fred William
Sexo
Homem
Orientador
Antonio Carlos de Campos
Ano de Publicação
2008
Local da Publicação
Maringá
Programa
Economia
Instituição
UEM
Idioma
Português
Palavras chave
globalização
economias de aglomeração
indústria paulista
Resumo

O presente trabalho tem como objetivo interpretar a inserção regional enquanto uma estrutura organizacional envolvida pelo espaço, delimitada por eventos econômicos e suas relações com o território, haja vista a dinâmica dos movimentos de localizações desenvolvidos pelos grandes grupos internacionais. Procura-se enfatizar as mudanças advindas dos novos ambientes econômicos que fizeram surgir uma nova hierarquia urbana, fruto das deseconomias de escala e externalidades, contradições estas que, deram origem a movimentos de desconcentração no espaço.  As influências recíprocas do ambiente regional impõem um desafio transformador para a região, pelas novas formas de inovação organizacional, tecnológica e produtiva oriundas do novo paradigma tecnológico. Adicionalmente, procura-se analisar o movimento recente ocorrido no espaço econômico de São Paulo relacionado à concentração e desconcentração produtiva na indústria de transformação no período de 1996 a 2007. Para obter os resultados, utiliza-se da análise setorial segundo as grandes regiões brasileiras e Estado de São Paulo, através dos dados relacionados a distribuição do produto interno bruto e valor da transformação industrial, assim como estatísticas de comércio exterior por fator agregado e por categorias de uso referentes ao Estado de São Paulo, Sudeste (exc. SP) e Brasil (exc. Sudeste). Conclui-se que a desconcentração produtiva verificada no espaço paulista no período recente, está diretamente relacionada com as mudanças impostas pela passagem do modo de produção fordista para o modelo de especialização flexível, e que estas transformações alteram as participações relativas dos setores de Serviços e da Indústria, pela natureza encadeada dos seus processos e pela influência exercida pelo processo de globalização na atividade produtiva.

Disciplina
Referência Espacial
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
1996-2007
Localização Eletrônica
http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&co_obra=124072

UM ESTUDO SOBRE A LOCALIZAÇÃO INDUSTRIAL DO ESTADO DE SÃO PAULO

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
DIAS, Diego Figueiredo
Sexo
Homem
Orientador
Alexandre Florindo Alves
Ano de Publicação
2008
Local da Publicação
Maringá
Programa
Economia
Instituição
UEM
Página Final
72
Idioma
Português
Palavras chave
dependência espacial
heterogeneidade espacial
localização
Resumo

O presente estudo teve por objetivo analisar a localização industrial paulista através do valor adicionado fiscal municipal para o ano de 2005 através da utilização de técnicas de econometria espacial. Ao utilizar tais técnicas, pretendeu-se verificar o comportamento de elementos espaciais, como a autocorrelação espacial e a heterogeneidade espacial. Em primeiro lugar, utilizou-se a Análise Exploratória de Dados Espaciais (AEDE) para verificar a presença de autocorrelação espacial entre os municípios paulistas, considerando o VAF industrial 2005. Os resultados demonstraram a existência de autocorrelação espacial entre os municípios e que os maiores VAF’s encontram-se na Região de Ribeirão Preto, Região Metropolitana de Campinas (RMC), Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) e a Região do Vale do Paraíba.  Com o intuito de verificar a existência de clusters utilizou-se o I de Moran local e percebeu-se a presença de dois clusters do tipo alto-alto, sendo um na região metropolitana de São Paulo e o outro na região de Campinas. Foi verificada também a presença de clusters do tipo baixo-baixo, o primeiro formado por municípios do Sudoeste paulista, a outra região se encontra no Oeste e Noroeste paulista que se caracterizam por forte presença da agricultura. Não foi possível estimar um modelo ideal para a localização industrial paulista, pois com a utilização dos dados disponíveis constatou-se fragilidade no que se diz respeito ao coeficiente de determinação das regressões. ...Palavras-chave: dependência espacial ? heterogeneidade espacial ? localização industrial ? indústria paulista.

Disciplina
Referência Espacial
Região
Região de Ribeirão Preto
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Região
RMSP
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Região
Região Metropolitana de Campinas
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Região
Região do Vale do Paraíba
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
2005

FLUTUAÇÕES NO MERCADO DE TRABALHO BRASILEIRO: REGIÕES METROPOLITANAS E NÃO METROPOLITANAS

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Kretzmann, Camila Kraide
Sexo
Mulher
Orientador
Marina Silva da Cunha
Ano de Publicação
2007
Local da Publicação
Maringá
Programa
Economia
Instituição
UEM
Idioma
Português
Palavras chave
mercado de trabalho
desconcentração industrial
região metropolitana
Resumo

O objetivo deste trabalho é estudar as flutuações no mercado de trabalho das regiões metropolitanas e não metropolitanas no período de 1996 a 2006, ou seja, verificar quais as regiões que estão criando mais empregos, além da verificação da existência ou não de movimentos cointegrados das séries de saldo de empregos, obtidos junto ao CAGED/MTE para os estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná, Bahia, Ceará, Pernambuco e Pará. A hipótese é de que o mercado formal de trabalho vem apresentando comportamento diferenciado entre as regiões, apresentando-se menos dinâmico nas metrópoles brasileiras. Isto, de fato, pode ser evidenciado a partir das teorias de desenvolvimento regional, quando iniciam nas teorias da localização, passam por conceitos de aglomeração, proposto por Marshall (1982), regime fordista, flexível e, finalmente, a desconcentração industrial, para dar sustentação à hipótese apresentada. Com base na metodologia de séries temporais, a partir da análise de cointegração de Engle-Granger e o método inovador de Pesaran et al. (2001), os resultados, em geral, sugerem que não existe uma relação de equilíbrio de longo prazo entre as regiões metropolitanas e não metropolitanas para o Brasil e para os estados, com uma exceção. Os métodos apresentam resultados que evidenciam uma relação de longo prazo entre as regiões metropolitana e não metropolitana de .Pernambuco, para o qual é, então, elaborado um modelo de correção de erros. Com isto, a hipótese inicial é confirmada para o Brasil e para a maioria dos estados, quando são analisados individualmente. Ou seja, há um diferencial no comportamento de geração de emprego formal entre a região metropolitana e não metropolitana brasileira e entre as mesmas regiões em grande parte dos estados. ..Palavras-chave: Mercado de trabalho, desconcentração industrial, regiões metropolitana e não .metropolitana e cointegração.

Disciplina
Referência Espacial
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Minas Gerais
Macrorregião
Sul
Brasil
Habilitado
UF
Rio Grande do Sul
Macrorregião
Sul
Brasil
Habilitado
UF
Paraná
Macrorregião
Nordeste
Brasil
Habilitado
UF
Bahia
Macrorregião
Nordeste
Brasil
Habilitado
UF
Ceará
Macrorregião
Nordeste
Brasil
Habilitado
UF
Pernambuco
Macrorregião
Norte
Brasil
Habilitado
UF
Pará
Referência Temporal
1996-2006
Localização Eletrônica
https://www.anpec.org.br/revista/vol10/vol10n2p401_419.pdf

COMERCIALIZAÇÃO DO TOMATE DE MESA NO ESTADO DE SÃO PAULO: ANÁLISE DE TRANSMISSÃO DE PREÇOS

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Neto, Waldemiro de Alcântara da Silva
Sexo
Homem
Orientador
José Luiz Parré
Ano de Publicação
2007
Local da Publicação
Maringá
Programa
Economia
Instituição
UEM
Página Inicial
1
Página Final
74
Idioma
Português
Palavras chave
assimetria na transmissão de preços
modelo VAR
cadeia de comércio
Resumo

O objetivo central deste trabalho foi o estudo da cadeia de comercialização do tomate de mesa in natura no estado de São Paulo. Estudar o comportamento das margens de comercialização dos agentes envolvidos, medir e verificar as implicações da sazonalidade nos preços do produtor, atacadista e varejista. Verificar como se dá a transmissão de pecos entre estes agentes e se é assimétrica ou não. O período compreendido foi de janeiro de 1995 à março de 2006. Têm-se como hipóteses: produtor é o mais afetado pela sazonalidade e riscos pertinentes à agricultura, possui menor poder de negociação e por isso menor rendimento e a transmissão de preços entre os agentes é assimétrica. Primeiramente, verificou-se o comportamento da série de preços e a margem de comercialização no período, posteriormente aspecto da sazonalidade nos três níveis de preços foi medido e analisado. Através de testes econométricos e aplicação do modelo VAR, foi verificado aspectos da transmissão de preços e identificado forte evidência de assimetria. O modelo utilizado para a Assimetria na Transmissão de Preços foi o aplicado por Griffith e Piggott (1994), com adaptações as peculiaridades do produto estudado neste trabalho. Como resultados principais: o varejista é o agente com maior poder de negociação, o produtor é o mais afetado pela sazonalidade e possui melhores rendimentos e o modelo de transmissão de preços é assimétrico.

Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
1995-2006
Localização Eletrônica
http://repositorio.uem.br:8080/jspui/handle/1/3419

O IMPACTO DO SALÁRIO MÍNIMO SOBRE O DESEMPREGO NO BRASIL

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Lucas, Kezia de Sousa
Sexo
Mulher
Orientador
Alexandre Florindo Alves
Ano de Publicação
2006
Local da Publicação
Maringá
Programa
Economia
Instituição
UEM
Página Inicial
1
Página Final
60
Idioma
Português
Palavras chave
salário mínimo
desemprego
diferenças-em-diferenças
Resumo

A dissertação apresenta um estudo sobre o impacto do salário mínimo sobre a taxa de desemprego no Brasil, que compreende o período dos anos 2000 a 2005. Como instrumento de análise é utilizado o método denominado “diferenças-em-diferenças”, com base nos dados disponíveis na Pesquisa Mensal de Emprego, publicada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A partir da definição de dois “Grupos de Tratamento”, construídos com dados disponíveis para a região metropolitana do Rio de Janeiro e do Rio Grande de Sul e um “Grupo de Controle”, composto pelas regiões metropolitanas de Belo Horizonte, Salvador, Recife e São Paulo, estima-se o impacto do salário mínimo sobre o desemprego. Em geral, verifica-se que o salário mínimo não causa impacto sobre a taxa de desemprego. Porém encontra-se exceção nas mudanças salariais ocorridas no Rio de Janeiro, em janeiro de 2002 e janeiro de 2004, quando se verifica que um aumento do salário mínimo aumenta a taxa de desemprego. Além desse resultado, constata-se também que um aumento do salário mínimo reduziu a taxa de desemprego para os jovens entre 15 e 17 anos em janeiro de 2005.

Disciplina
Referência Espacial
Região
Região Metropolitana do Rio de Janeiro
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
Macrorregião
Sul
Brasil
Habilitado
UF
Rio Grande do Sul
Referência Temporal
2000-2005
Localização Eletrônica
http://repositorio.uem.br:8080/jspui/handle/1/3485

PROPOSTA DE MODELO DE PARCERIA CIDADÃ COMO ESTRATÉGIA DE GESTÃO DA CO-PRODUÇÃO DO BEM PÚBLICO – ESTUDO DE CASO DO PROGRAMA CATARINENSE DE PARCERIA PÚBLICO PRIVADA

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Bousfield, Rodrigo
Sexo
Homem
Orientador
Clerilei Aparecida Bier
Ano de Publicação
2005
Local da Publicação
Florianópolis
Programa
Administração
Instituição
UDESC
Página Final
230
Idioma
Português
Palavras chave
bem público
parceria pública-privada
accountability
Resumo

A presente Dissertação visa atender às exigências de conclusão do Mestrado Profissional em Administração, do Centro de Ciências da Administração da Universidade do Estado de Santa Carina, no âmbito da linha de pesquisa a qual o autor está vinculado. O trabalho obedeceu a um Projeto de Qualificação, previamente aprovado por Banca Examinadora composta por Professores do Curso. O trabalho parte da problemática do redimensionamento dos serviços públicos como um todo, além da falta de capacidade do Estado em atender às necessidades de novos investimentos, o que determina, entre outras alternativas, a busca da efetividade por meio da co-produção do bem público. Outra questão da problemática é a necessidade de legitimidade da estratégia de co-produção. O estudo acadêmico é justificado pela importância teórica, econômica e social da Co-produção, bem como da problemática em torno do assunto, haja vista que o tema parceria público-privado é recente e uma questão ainda não resolvida em termos práticos como um instrumento efetivo para a gestão pública no país e em Santa Catarina. A Pesquisa tem como objetivo “propor um modelo de parcerias para a co-produção do bem público que possa atender aos princípios fundamentais do Direito Público e da Administração Pública, em termos de efetividade e de legitimidade do Estado, a fim de melhor realizar os interesses dos cidadãos”. A fundamentação teórica abrangeu temas como Direito Administrativo, Administração Pública, Serviços Públicos e Parceria Público-Privada, Efetividade e Legitimidade, Accountability, Responsabilidade Social e Sustentabilidade Ambiental, entre outros. Os procedimentos metodológicos apontam como método a análise documental e, incidentalmente, para o estudo de caso do Programa de Parcerias de SC. De forma complementar, foram também pesquisados os recentes programas de parcerias federal e dos estados de São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Goiás e Ceará avaliando no ordenamento jurídico as parcerias do tipo PPP´s, entre outros elementos de análise. Assim, os objetos e sujeitos da pesquisa são os programas de Parcerias Público-Privadas catarinense, federal e de outros estados brasileiros, cujos dados foram coletados por meio de fontes documentais. Para o caso de SC, foi utilizado entrevista individual semi-dirigida. O tratamento dos dados compreendeu a análise de conteúdo, incluindo o exame do ordenamento jurídico e dos modelos de parcerias, compreendendo uma análise comparativa da legislação de parcerias catarinense, federal e dos demais estados, frente ao arcabouço teórico, aos princípios do Direito e da Administração Pública e experiências de outros países, e em relação às categorias definidas na Pesquisa. A Pesquisa revela que os modelos de parceria catarinense, bem como os demais modelos avaliados, na sua grande maioria, não apresentam mecanismos que assegurem efetividade ou condições de legitimidade. Assim, a partir da análise dos resultados, a Pesquisa possibilitou elaborar uma proposta de “Modelo de Parcerias Público-Privada-Cidadã – PPC”, constituindo ambientes da cidadania emancipatória e de responsabilidade social empresarial, instrumentalizados pelo Conselho da Cidadania, em rede com centros comunitários, com o suporte de um Fundo da Cidadania.

Disciplina
Referência Espacial
Macrorregião
Sul
Brasil
Habilitado
UF
Santa Catarina
Referência Temporal
2004

A Metrópole Belém e sua centralidade na Amazônia Oriental Brasileira

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Ana Claudia Duarte Cardoso
Sexo
Mulher
Autor(es) Secundário(s)
Danilo Araújo Fernandes
Ana Paula Vidal Bastos
Cleidianne Sousa
Sexo:
Homem
Sexo:
Mulher
Sexo:
Mulher
Código de Publicação (ISSN)
0717-6236
Título do periódico
EURE
Volume
41
Ano de Publicação
2015
Local da Publicação
Santiago
Página Inicial
201
Página Final
223
Idioma
Português
Palavras chave
metropolização
rede urbana
cidades amazônicas
Resumo

Existe uma extensa discussão na literatura acerca das questões de desmetropolização ou metropolização das cidades e seu papel nas suas áreas de influência. Nesta pesquisa se discute essa problemática na Região Metropolitana de Belém (rmb), capital do Estado do Pará, Amazônia brasileira. Recupera-se o processo histórico de formação do território dos quase 400 anos de Belém, e recorre-se a dados econômicos e estudos oficiais sobre a rede urbana brasileira, comparados às formulações teóricas sobre o assunto, para demonstrar que coexistem duas dinâmicas na rmb, uma associada ao seu papel de cidade primaz da rede amazônica até meados do século xx, e outra à incorporação da região à dinâmica econômica brasileira após os anos 1950. O trajeto seguido indica que, apesar da redução na participação da rmb no pib do Estado do Pará, a expansão metropolitana e a especialização de serviços demonstram que esta assumiu novas funções e mantém as características de metrópole regional.

Método e Técnica de Pesquisa
Métodos mistos
Referência Espacial
Região
Região Metropolitana de Belém
Cidade/Município
Belém
Macrorregião
Norte
Brasil
Habilitado
UF
Pará
Brasil
Habilitado
Referência Temporal
2015
Localização Eletrônica
https://www.eure.cl/index.php/eure/article/view/1479/791

Desindustrialização no Brasil: uma análise estrutural

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Caroline Gut Rossi
Sexo
Mulher
Orientador
Antonio Carlos Diegues Junior
Ano de Publicação
2015
Programa
Economia
Instituição
UFSCar
Página Final
142
Idioma
Português
Palavras chave
Indústria
Desindustrialização
Desenvolvimento
Resumo

A indústria brasileira tem sofrido transformações nas últimas décadas que levaram a um intenso debate acerca de um possível processo de desindustrialização enfrentado pela economia brasileira. Alguns autores acreditam que o país tem enfrentado um processo de desindustrialização, enquanto outros defendem que este é apenas um período de ajuste enfrentado pela economia, o que não caracteriza tal fato. A queda de participação da indústria de transformação no produto interno bruto do país, aliada ao aumento das exportações de commodities pelo brasil são alguns dos principais fatores que levam a acreditar que o país tem perdido elos de sua cadeia produtiva e se especializado em bens com pouco grau de diferenciação. Nesse contexto, o presente trabalho tem o objetivo de analisar os principais dados da indústria brasileira a fim de identificar o processo de desindustrialização apontado no Brasil. Procura-se entender quais as principais linhas de argumentação dentro do debate a respeito do tema, além de compreender como se comportaram os principais agregados econômicos do país e de outras economias do mundo, elaborando uma análise estrutural acerca do tema.

Disciplina
Referência Espacial
Brasil
Habilitado
Referência Temporal
Década de 1990, Década de 2000, Década de 2010
Localização Eletrônica
https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=2705507

Análise do diferencial de salários das trabalhadoras domésticas brasileiras

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Talita Magalhães Daronch da Silva
Sexo
Mulher
Orientador
Andrea Rodrigues Ferro
Ano de Publicação
2015
Programa
Economia
Instituição
UFSCar
Página Final
53
Idioma
Português
Palavras chave
Diferencial de salários
Segmentação
Trabalho doméstico
Resumo

Houve grande aumento da participação feminina no mercado de trabalho ao longo do século XX, inclusive no Brasil. Contudo, parte desta mão de obra ainda está presente em ocupações tachadas pela sociedade como características das mulheres. O presente estudo analisa a segmentação no mercado de trabalho da ocupação de doméstica no Brasil, utilizando os dados da PNAD de 2012. Assim, realiza-se a decomposição de Oaxaca (1973) e Blinder (1973) para encontrar o diferencial de salários entre trabalhadoras domésticas mensalistas formalizadas, mensalistas sem formalização e diaristas. Os resultados sugerem que existe um diferencial de ganho de salários entre os grupos, sendo que as trabalhadoras domésticas mensalistas formalizadas recebem os maiores salários enquanto as mensalistas sem formalização recebem os salários mais baixos, mesmo que seja feito o controle das características produtivas de cada grupo.

Disciplina
Referência Espacial
Brasil
Habilitado
Referência Temporal
2012
Localização Eletrônica
https://www.ppgec.ufscar.br/pesquisa/dissertacoes-1/dissertacoes-2015/TalitaMagalhesDaronchdaSilvaeconomia.pdf