Ciência Ambiental

Paisagens vivenciadas: apropriações públicas dos Fundos de Vale e sistemas de espaços livres. Estudo de caso no Município de Bauru-SP

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Kaimoti, Naiara Luchini de Assis
Sexo
Mulher
Orientador
Queiroga, Eugênio Fernandes
Código de Publicação (DOI)
10.11606/D.16.2009.tde-30042010-091243
Ano de Publicação
2009
Programa
Paisagem e Ambiente
Instituição
USP
Idioma
Português
Palavras chave
Apropriação
Espaço público
Paisagem urbana
Percepção
Sistemas de espaços livres
Resumo

Em tempos atuais a apropriação dos espaços públicos tem se tornado cada vez mais heterogênea quanto à forma livre e espontânea e quanto ao processo impelido pela substituição das formas tradicionais de se estabelecer o convívio social na esfera de vida pública. Este trabalho investiga a temática em áreas de fundo de vale, na cidade de Bauru-SP, onde o objetivo maior é a compreensão do processo de produção e de apropriação dos espaços públicos, apropriação essa responsável pela formação de um sistema de valores do vivenciador do lugar. Para o estudo de caso foi escolhida a Bacia do Córrego da Água Comprida, onde se traça uma leitura da paisagem urbana a partir das espacialidades da esfera da vida pública. O estudo é fundamentado e complementado pela leitura e interpretação do sistema de espaços livres públicos urbanos da cidade, de forma a contextualizar a área escolhida diante da realidade urbana mais geral da cidade, permitindo melhor compreender seu papel atual e potencialidades futuras. A partir de uma análise crítica torna-se possível, entre outros resultados, reforçar a importância de certos princípios para que se estabeleça um projeto ou um plano mais sensível à paisagem, ao ambiente, à percepção dos vivenciadores dos lugares, valorizando o cotidiano e a esfera de vida pública.

Referência Espacial
Cidade/Município
Bauru
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
(N/I)
Localização Eletrônica
http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/16/16135/tde-30042010-091243/pt-br.php

O esporte e sua inserção no sistema de espaços livres paulistano

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Hirai, Maki
Sexo
Mulher
Orientador
Macedo, Silvio Soares
Código de Publicação (DOI)
10.11606/D.16.2009.tde-24032010-150822
Ano de Publicação
2009
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Paisagem e Ambiente
Instituição
USP
Idioma
Português
Palavras chave
Cidade de São Paulo
Espaços livres
Esporte
Lazer
Paisagem
Resumo

Como tema geral do trabalho, tem-se o esporte ao ar livre no meio urbano, sendo o objetivo principal dessa dissertação entender o porte e o funcionamento do sistema de espaços livres públicos destinados à recreação esportiva na cidade de São Paulo. Dessa forma, essa pesquisa apresenta um panorama geral da evolução das práticas esportivas nos espaços livres paulistanos, verificando-se quais foram os acontecimentos que, ao alterarem a maneira de se ver o esporte, modificaram também a paisagem do município. Assim, através de pesquisas bibliográficas, pôde-se entender como a cidade de São Paulo, de uma sociedade colonial escravista, interiorizada e alheia aos esportes, com ruas precárias e praticamente sem espaços livres públicos adequados ao lazer esportivo da população, evoluiu para a situação atual, onde o esporte é considerado um direito fundamental do indivíduo e os equipamentos esportivos se encontram em quantidade razoável, ainda que sejam insuficientes para atender as necessidades de lazer dos cerca de 11 milhões de habitantes. O levantamento de dados a respeito das instalações voltadas para o esporte na cidade, tanto públicas como particulares, somado aos aspectos socioeconômicos, sobretudo a renda materializada sob a possibilidade de se residir em um condomínio equipado com quadras esportivas e piscinas ou de se frequentar clubes e academias particulares - possibilitou a compreensão do porte e do funcionamento do sistema de espaços livres esportivos paulistano. Verificou-se que o sistema é diversificado e hierarquizado; porém, a distribuição dos equipamentos pelo município é irregular, ou seja, a diversidade do sistema é inacessível à grande parte da população.

Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
fins do século XIX; século XX
Localização Eletrônica
http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/16/16135/tde-24032010-150822/pt-br.php

Bertioga: paisagem, ambiente e urbanização

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
SOUZA, Roberto Sakamoto Rezende de
Sexo
Homem
Orientador
MACEDO, Silvio Soares
Código de Publicação (DOI)
10.11606/D.16.2008.tde-04052010-105954
Ano de Publicação
2008
Programa
Paisagem e Ambiente
Instituição
USP
Idioma
Português
Palavras chave
Bertioga
Ecossistemas costeiros
Litoral
Paisagem
Urbanização
Resumo

O presente trabalho analisa o processo de transformação da paisagem litorânea paulista a partir da segunda metade do século XX, utilizando como estudo de caso o município de Bertioga. Este se configura como um município florestal, que ainda em 2008 tem preservada a integridade das dinâmicas ecológicas de seus ecossistemas costeiros, que sobreviveram ao intenso processo de expansão urbana por que passaram muitos municípios vizinhos. Dificuldades históricas de acesso, e a entrada em vigor a partir de meados da década de 1980 de um conjunto de instrumentos jurídicos que impuseram severas restrições à supressão de vegetação nativa de Mata Atlântica, permitiram que em Bertioga fossem observados padrões de ocupação urbanos diferenciados dos observados em grande parte da Baixada Santista, onde a malha urbana substituiu completamente a vegetação primitiva das planícies litorâneas. A urbanização com fins turísticos, o loteamento e a residência de veraneio, são entendidos como os principais vetores de desestruturação das dinâmicas ecológicas presentes na paisagem natural do litoral paulista. Neste cenário o ecossistema de restinga se encontra em posição de especial vulnerabilidade, pois possui formações específicas que somente se desenvolvem nos terrenos firmes de orla marítima, preferidos para a ocupação turística.

Referência Espacial
Cidade/Município
Bertioga
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
segunda metade do século XX-2008
Localização Eletrônica
http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/16/16135/tde-04052010-105954/pt-br.php

A arborização na qualificação do espaço da rua: uma proposta metodológica de inventário, manejo e planejamento de verde viário em dois bairros paulistanos

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
ROSSETTI, Adriana Ines Napias
Sexo
Mulher
Orientador
PELLEGRINO, Paulo Renato Mesquita
Código de Publicação (DOI)
10.11606/T.16.2010.tde-01062010-092111
Ano de Publicação
2008
Programa
Paisagem e Ambiente
Instituição
USP
Idioma
Português
Palavras chave
Arborização
Ecologia da paisagem
Inventário florestal
Paisagem urbana
Planejamento territorial urbano
Resumo
Foi realizado levantamento quanti-qualitativo de vegetais de porte arbóreo em dois bairros paulistanos, Vila Vera e Jardim da Saúde, situados na região sudeste de São Paulo, não distando muito entre si, porém com características de ocupação de uso de solo bastante distintas. No Jardim da Saúde foram encontrados 1033 exemplares de 72 espécies botânicas, a altura média de todas as árvores foi de 8,07 m e a altura da primeira bifurcação 1,97 m, a Caesalpinea peltophoroides Benth. foi a espécie mais freqüente com 20,68%, seguida da Lagestroemia indica L. com 7,48% e da Ligustrum lucidum W.T. Aiton em terceiro com 6,89%, essas três espécies somaram 35,05% dos indivíduos. Existiam 80,45% dos exemplares situados defronte a imóveis que possuíam recuo mínimo de 2,50 m de construções, 72,80% do total estavam em passeios que têm entre 1,00 m e 2,00 m, predominam árvores com mais de 8,50 m de altura, o pior indicador de sanidade vegetal seria a infestação de cupins com 8,33% do total infestado, 13,65% teve anotações de má qualidade de copa, 20,62% apresentou algum indicativo de má qualidade de tronco. Apenas 23,33% tinham situações de permeabilidade do passeio suficiente, encontravam-se 5,71% com condução de poda para desobstrução das redes aéreas, o rebaixamento das árvores acontecia em 7,74% dos exemplares. Na Vila Vera havia limitações de espaço físico não apenas das larguras dos passeios, mas principalmente do uso predominante dos lotes. As residências normalmente tomam todo o espaço da testada do imóvel com rebaixamento de guias para permitir a entrada veículos na garagem localizada defronte a construção. Encontraram-se 178 árvores pertencentes a 42 espécies botânicas, a média da altura total é de 6,31 m, e a média da primeira bifurcação 1,81 m. A espécie mais abundante foi a Caesalpinea peltophoroides Benth.com 24,71%, a segunda seria a Ligustrum lucidum W.T. Aiton com 17,24% do total, vindo em terceiro Lagerstroemia indica L. com 8,62%. Neste bairro existiam 71,35% das situações afastamento predial superior a 2,50 m, 42,70% com altura inferior a 4,50 m de altura, a sanidade vegetal estaria comprometida em 12,37% dos exemplares pela infestação de cupins, 55,62% estva localizada em passeios que variam sua largura entre 1,00 e 2,00 m, 50,00% apresentavam maus indicadores de qualidade de copa, 25,44% apresentou algum indicativo de má qualidade de tronco. Somente 7,87% do total de árvores estavam em situações de permeabilidade do passeio suficiente, os exemplares pavimentados até o tronco totalizavam 16,85%, as conduções de poda para desobstrução de redes eram 3,38% e as podas de rebaixamento 13,48%. Havia uma média de 16,85 m de afastamento entre árvores no Jardim da Saúde, sendo que na Vila Vera este indicativo era 38,68 m, portanto o afastamento médio da Vila Vera seria 2,29, na média do bairro, maior do que o existente no Jardim da Saúde. Em praticamente a totalidade dos indicativos qualitativos o Jardim da Saúde apresentava melhores avaliações das encontradas na Vila Vera, havendo neste segundo local, maiores impedimentos ao adensamento de plantios em função das características do espaço existente.
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Bairro/Distrito
Jardim Saúde
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
País estrangeiro
Brasil
Cidade/Município
São Paulo
Bairro/Distrito
Jardim Vera
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
País estrangeiro
Brasil
Referência Temporal
(N/I)
Localização Eletrônica
http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/16/16139/tde-01062010-092111/pt-br.php

Andar a pé: um modo de transporte para a cidade de São Paulo

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
MALATESTA, Maria Ermelina Brosch
Sexo
Mulher
Orientador
FRANCO, Maria de Assuncao Ribeiro
Código de Publicação (DOI)
10.11606/D.16.2008.tde-11032010-093613
Ano de Publicação
2008
Programa
Paisagem e Ambiente
Instituição
USP
Idioma
Português
Palavras chave
Calçada
Caminhada
Desenho ambiental
Desenho urbano
Infraestrutura
Resumo
O objetivo do trabalho é apresentar como o modo de transporte mais exercido na Cidade de São Paulo o Modo de Transporte a Pé - é tratado de forma inadequada pelos responsáveis por administrar e planejar a cidade, apesar de ser a saída mais utilizada pela população nas atuais condições de esgotamento dos sistemas que geram quedas nas taxas de mobilidade. É demonstrar que uma visão restrita sobre a caminhada faz com que a cidade perca qualidade de vida e comprometa suas condições ambientais, tornando ainda mais arriscado e inóspito o dia a dia da população em plena Era da Agenda 21 e do Protocolo de Kyoto. Como estudo de caso são demonstrados exemplos encontrados na Cidade de São Paulo tanto nas áreas mais centrais como nas periferias, comprovando não haver ainda consciência do poder público e da sociedade em geral sobre quão importante é a garantia e o zelo dedicados a infraestrutura urbana onde ocorre a caminhada.
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
País estrangeiro
Brasil
Referência Temporal
(N/I)
Localização Eletrônica
http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/16/16135/tde-11032010-093613/pt-br.php

Ensejos das remodelações urbanas e o Largo da Batata: o sistema de transportes e a apropriação da paisagem

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
LOURENÇÃO, Ana Paula Souza Prado
Sexo
Mulher
Orientador
LEITE, Maria Angela Faggin Pereira
Código de Publicação (DOI)
10.11606/D.16.2008.tde-02032010-094230
Ano de Publicação
2008
Programa
Paisagem e Ambiente
Instituição
USP
Idioma
Português
Palavras chave
Consumo
Desigualdade
Emancipação
Formação social
Industrialização
Resumo

Ao nos referirmos às alterações que acontecem no espaço das grandes cidades, as que concernem ao sistema de transportes são emblemáticas. Com o surgimento das regiões metropolitanas, em que a concentração da produção e da população tornou-se uma realidade, a necessidade de deslocamento entre residência e trabalho transformou-se em um fator determinante da qualidade de vida e ambiental para grandes parcelas populacionais. Nesta dissertação procuramos observar que os parâmetros que condicionam as relações sociais são os mesmos que condicionam a construção do espaço de trocas e convivência de uma sociedade; assim, quanto mais igualitária a sociedade, mais generalizado o acesso aos equipamentos e serviços, e, portanto, às infra-estruturas que possibilitam o deslocamento até eles. Observando a história da cidade de São Paulo pudemos inferir características importantes da sociedade em que nos encontramos. Com base nelas, elaboramos um estudo de caso em que avaliamos as intervenções ora realizadas no Largo da Batata que, no momento, é um ambiente da cidade que evidencia essas características sociais.

Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Bairro/Distrito
Pinheiros
Logradouro
Largo da Batata
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
(N/I)
Localização Eletrônica
http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/16/16135/tde-02032010-094230/pt-br.php

O Parque da Água Branca: o manejo sustentável de uma floresta urbana

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Lagoa, Maria Helena Britto
Sexo
Mulher
Orientador
Pellegrino, Paulo Renato Mesquita
Código de Publicação (DOI)
10.11606/D.16.2008.tde-12052010-161559
Ano de Publicação
2008
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Paisagem e Ambiente
Instituição
USP
Idioma
Português
Palavras chave
Floresta urbana
Manejo ambiental
Parque da Água Branca
Parques urbanos
Plano de manejo
Resumo

O presente estudo avaliou o Parque Estadual Dr. Fernando Costa, também chamado Parque da Água Branca, localizado na zona oeste da capital paulista, suas características, suas particularidades sociais e ambientais e sua composição arbórea, como parte da Floresta Urbana de São Paulo, descrevendo sua evolução ao longo do século XX, até a atualidade. Teve por objetivo definir um conjunto de ações e estratégias sustentáveis, na busca de um equilíbrio entre as formas de uso do parque e a conservação de seus recursos naturais. Para tanto, analisou os meios físico, sócio-econômico e biológico. A investigação do meio físico foi feita através de análises das condições de suas estruturas construídas e do processo de esgotamento de uma de suas nascentes. A avaliação do meio sócio-econômico foi feita por meio da aplicação de 152 entrevistas com usuários do Parque, observando seu grau de conscientização quanto à importância e aos benefícios das áreas verdes na melhoria do ambiente e na qualidade de vida, além de seu grau de satisfação quanto aos elementos que o parque oferece. O meio biológico foi estudado através do cadastramento e diagnóstico geral da vegetação arbórea presente no local. Os dados de campo mostraram a ocorrência de 99 espécies de árvores, representadas por 35 famílias, dentro de um universo de 2890 exemplares, a maioria disposta sem nenhum planejamento, desde a inauguração do Parque. Foi feito um paralelo com o levantamento da vegetação do Parque realizado no ano de 1996, quando do tombamento do Parque pelo CONDEPHAAT e, em ambos os trabalhos, foi diagnosticada uma predominância de espécies exóticas em relação às nativas com mais de 70%. A baixa diversidade biológica também foi constatada em ambos os casos, onde praticamente metade de todos os indivíduos existentes no parque é representada por apenas cinco espécies, fatores esses, indesejados para a manutenção do equilíbrio ecológico da área. Este diagnóstico ampliado gera um histórico da área, retratando o que ela foi um dia e a forma como está atualmente, servindo de base para planejar o que se pretende que ela seja no futuro. Um ambiente natural de um parque urbano quando analisado em conjunto com a forma como o homem faz uso desse espaço, proporciona uma visão das interações entre os processos naturais e os propósitos humanos através do tempo, auxiliando no entendimento das necessidades atuais e criando subsídios para a apresentação de propostas de intervenções, que para este caso, serão feitas ao final do trabalho.

Referência Espacial
Zona
Zona Oeste
Cidade/Município
São Paulo
Logradouro
Parque Estadual Dr. Fernando da Costa (Parque da Água Branca)
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
século XX; início do século XXI
Localização Eletrônica
http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/16/16135/tde-12052010-161559/pt-br.php

Compensação ambiental: uma alternativa para viabilização de espaços livres públicos para lazer e convívio na cidade de São Paulo

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
COELHO, Leonardo Loyolla
Sexo
Homem
Orientador
MACEDO, Silvio Soares
Código de Publicação (DOI)
10.11606/D.16.2008.tde-13052010-154501
Ano de Publicação
2008
Programa
Paisagem e Ambiente
Instituição
USP
Idioma
Português
Palavras chave
Arborização
Espaços livres
Espaços públicos
Legislação ambiental
São Paulo (SP)
Resumo
Este trabalho tem por objetivo analisar como a compensação ambiental contribui para atenuar o déficit de espaços livres públicos na cidade de São Paulo. Para tal, contextualiza o mecanismo em relação a outros existentes no país e traça a evolução histórica da legislação compensatória desde o início de sua aplicação no município, em 1998. Abordam-se também os diferentes papéis desempenhados pela arborização urbana e pelos espaços livres públicos como formas de compensação aos danos causados ao meio ambiente. Por fim, é realizado o mapeamento das ações compensatórias que resultaram na produção de espaços livres públicos e uma análise dos aspectos deficitários e positivos do mecanismo, visando seu aperfeiçoamento.
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
País estrangeiro
Brasil
Referência Temporal
1998-2007
Localização Eletrônica
http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/16/16135/tde-13052010-154501/pt-br.php

O projeto de espaços públicos na periferia de São Paulo: uma questão sócio-ambiental

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Alvarez, Karla Lopez Blanco
Sexo
Mulher
Orientador
Queiroga, Eugênio Fernandes
Código de Publicação (DOI)
10.11606/D.16.2008.tde-19112010-091606
Ano de Publicação
2008
Local da Publicação
Sâo Paulo
Programa
Paisagem e Ambiente
Instituição
USP
Idioma
Português
Palavras chave
Espaço público
Espaços livres
Praças
São Paulo (SP)
Resumo

Este trabalho destina-se ao estudo dos sistemas de espaços livres, tendo como estudo de caso a cidade de São Paulo e o conjunto de intervenções urbanas realizadas na sua periferia durante a gestão da então prefeita Marta Suplicy, denominado Programa Centros de Bairro. São apresentados conceitos que nortearam o processo de pesquisa, destacando-se os de espaço, lugar, paisagem, espaços livres e sistema de espaços livres; e que são o resultado da primeira etapa de trabalhos do Projeto Temático de Pesquisa QUAPÁ-SEL, buscando a partir daí compreender, em linhas gerais, a configuração e formação dos Espaços Livres Públicos da cidade de São Paulo. Num segundo momento, a partir da implantação do Programa Centros de Bairro, identifica-se nos meandros da idealização do Programa e na efetiva vivência da implantação das praças e de suas relações com os bairros, a manifestação das diversas formas de apropriação desses espaços e sua relação com a configuração do Sistema de Espaços.

Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
2001-2004
Localização Eletrônica
http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/16/16135/tde-19112010-091606/pt-br.php

Transformação da paisagem costeira: considerações sobre a conservação do município de São Sebastião-SP

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
PAIVA, Ana Paula Veras de
Sexo
Mulher
Orientador
SANDEVILLE JUNIOR, Euler
Código de Publicação (DOI)
10.11606/D.16.2007.tde-27052010-140457
Ano de Publicação
2007
Programa
Paisagem e Ambiente
Instituição
USP
Idioma
Português
Palavras chave
Conservação
Paisagem
São Sebastião (SP)
Urbanização
Zona costeira
Resumo

A desorganização do espaço, ou a perda do potencial paisagístico se reflete nas ocupações da zona costeira, face ao aproveitamento e/ou utilização dos recursos naturais neste território, acarretando na preocupação em relação à qualidade de vida da sociedade que ai se estabeleceu. Dada a constante perda do potencial paisagístico na zona costeira e a magnitude do poder de transformação desta porção territorial, pelos planos e instrumentos de ordenamento, reforça a necessidade de uma nova reestruturação dos mecanismos de gestão e planejamento, pautados nas características intrínsecas da paisagem em que se emprega. A meta da gestão e do planejamento é introduzir e reproduzir melhorias na qualidade de vida das populações, melhorar o ordenamento espacial dos assentamentos humanos, a distribuição espacial dos empreendimentos estatais e reduzir os impactos das atividades sobre o meio. Nesta acepção a problemática se estende na formulação de políticas publicas, plano de gestão e do desenho. Este trabalho investiga o processo de transformação do território municipal de São Sebastião, através de uma cronologia de ocupação, em seguida descreve seus padrões e estruturas de natureza, para enfim avaliar o estado atual de conservação do mesmo.

Referência Espacial
Cidade/Município
São Sebastião
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
(N/I)
Localização Eletrônica
http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/16/16135/tde-27052010-140457/pt-br.php