Ciência Ambiental

As Inundações no Cambuci: percepção e reação do habitante e usuário de uma área central da metrópole a um de seus problemas mais sérios

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Paschoal, Wanda
Sexo
Mulher
Orientador
Monteiro, Carlos Augusto de Figueiredo
Ano de Publicação
1981
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Geografia Física
Instituição
USP
Página Final
159
Idioma
Português
Palavras chave
Urbanização
Meio ambiente
Reivindicações
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Bairro/Distrito
Cambuci
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
1975-1981
Localização Eletrônica
https://repositorio.usp.br/item/000710969

O Lixo Domiciliar: a produção de resíduos sólidos residenciais em cidades de porte médio e a organização do espaço. O caso de Rio Claro

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Berrios Godoy, Manoel Rolando
Sexo
Homem
Orientador
Troppmair, Helmut
Ano de Publicação
1986
Local da Publicação
Rio Claro
Programa
Geografia
Instituição
UNESP
Página Final
175
Idioma
Português
Palavras chave
Meio ambiente
Tratamento de resíduos
Rio Claro/SP
Resíduos Sólidos
Degradação ambiental
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
Rio Claro
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
1980-1986

Lugares públicos: a dimensão cotidiana no centro de São Paulo

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
RUPF, Lilian Dazzi Braga
Sexo
Mulher
Orientador
QUEIROGA, Eugênio Fernandes
Código de Publicação (DOI)
10.11606/D.16.2015.tde-09092015-111831
Ano de Publicação
2015
Programa
Paisagem e Ambiente
Instituição
USP
Idioma
Português
Palavras chave
Centros históricos
Cotidiano
Espaço público
Forma urbana
Lugar público
Resumo
O presente estudo propõe a investigação dos lugares públicos - entendidos como a dimensão espacial da cotidianidade e locus da esfera de vida pública - buscando compreender relações entre os processos de apropriação do espaço urbano e a forma urbana contemporânea. O centro da cidade de São Paulo foi definido como objeto empírico para um ensaio a fim de apreender relações entre o espaço produzido e suas vivências. A escolha de uma área de importante significado simbólico e histórico, assim como, de intensa dinâmica de atividades e pessoas é devido à sua diversidade e potencial ao encontro público, propiciando uma leitura e interpretação sobre uma base empírica que estimula a reflexão proposta. Ao contrário de alguns discursos não há redução de sua vida pública, o que há é uma mudança nesta que adquire maior complexidade, novos usos e dinâmicas ocupam e recriam seus espaços em constante processo de transformação. O centro tem como herança um rico e ativo sistema de lugares públicos, protagonistas de grandes momentos da vida pública paulistana, palco de encontros, de trocas, de convergências, de conflitos e de manifestações.
Referência Espacial
Zona
Centro
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
País estrangeiro
Brasil
Referência Temporal
(N/I)
Localização Eletrônica
http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/16/16135/tde-09092015-111831/pt-br.php

Paisagem fluvial urbana: percursos e percepções na cidade de São Paulo

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Mendonça, Rebeca Goldstein de
Sexo
Mulher
Orientador
Lima, Catharina Pinheiro Cordeiro dos Santos
Código de Publicação (DOI)
10.11606/D.16.2016.tde-07032016-185546
Ano de Publicação
2015
Programa
Paisagem e Ambiente
Instituição
USP
Idioma
Português
Palavras chave
Comunidade
Córregos
Paisagem urbana
Percepção
Percursos
Resumo

Os rios paulistanos foram, ao longo dos anos, acumulando funções que muitas vezes eram contraditórias, o que transformou as várzeas em áreas de conflitos econômicos, ambientais e sociais. Paralelamente, teve lugar um processo de apagamento da rede hídrica da superfície da cidade, o que resultou em sua ocultação da paisagem, privando a população de um convívio mais próximo e casual. Esta perda do contato com os rios - e com a própria cidade - foi sentida por uma parcela da sociedade que busca, atualmente, retomar uma relação perdida por meio de iniciativas de seus vários setores. Neste caminho, encontra-se esta pesquisa que busca através dos percursos urbanos, refletir sobre as possibilidades de resgate da rede hídrica, identificando no ambiente urbano uma série de oportunidades e formas de requalificação daquela - desde ações mais radicais até a sutileza do redesenho de caminhos que poderão registrar a sua memória e voltar a fazer parte do imaginário da população. Buscando entender a relação que as pessoas estabelecem ou poderiam estabelecer com os cursos d'água do seu cotidiano, a metodologia utilizada foi a da pesquisa qualitativa, com a técnica da entrevista em profundidade. Pudemos identificar, com a pesquisa, que o sentido positivo atribuído anteriormente aos rios paulistanos, alterou-se na medida em que estes se descaracterizavam - na atualidade, são identificados, muitas vezes, como esgoto. Entretanto, identificamos, igualmente, o afeto latente na relação da população com os cursos d'água e o desejo forte de reversão desses nocivos processos, o que nos conduz a uma otimista perspectiva de reconfiguração da paisagem urbana na perspectiva de uma expressiva requalificação de sua rede hídrica, com a anuência e a participação da sociedade nesse caminho.

Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
(N/I)
Localização Eletrônica
http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/16/16135/tde-07032016-185546/pt-br.php

Cantinhos do Céu

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
MATSUNAGA, Melissa Kikumi
Sexo
Mulher
Orientador
SANDEVILLE JUNIOR, Euler
Código de Publicação (DOI)
10.11606/D.16.2016.tde-07032016-165649
Ano de Publicação
2015
Programa
Paisagem e Ambiente
Instituição
USP
Idioma
Português
Palavras chave
Área de mananciais
Cantinho do céu
Paisagem
Parque linear
Remoção de moradias
Resumo

Este trabalho compreende o estudo da paisagem dos bairros Cantinho do Céu e Parque Residencial dos Lagos, Localizados na zona sul do município de São Paulo, sob a perspectiva dos moradores e ex-moradores, denominados vivenciadores. A abordagem privilegiada na pesquisa, portanto, reside num enfoque cultural, situado no encontro das pessoas e o espaço em que vivem. Os bairros supracitados localizam-se em áreas de mananciais da metrópole paulista, especificamente às margens da Represa Billings e são considerados assentamentos precários pelas políticas públicas recentes. No estudo, resgata-se desde o histórico de formação dos mesmos até os processos de intervenção urbana em curso enfocando os efeitos e representações engendradas na produção do espaço. O estudo foi realizado a partir da associação entre pesquisa documental e pesquisa de campo: de um lado dados primários e secundários coletados, além da literatura sobre o tema. Por outro, fontes orais registradas na realização de entrevistas, conversas coletivas, além de vivências junto aos vivenciadores. Aspectos da vida cotidiana como: valores e afetos, práticas e estratégias de vida, conflitos e tensões são elaborados a partir das narrativas dos vivenciadores e, devido a essa condição, são tecidos através de perspectivas específicas. O trabalho estrutura-se em duas partes: a primeira aborda o tema do conflito historicamente constituído na região de mananciais buscando os entendimentos já elucidados em trabalhos acadêmicos pertinentes ao assunto, recuperando o contexto no qual as narrativas tratadas na segunda parte dizem respeito. A segunda parte elabora, através de trechos de entrevistas, depoimentos e narrativas de vida, a temática da paisagem dos bairros estudados. Partindo da condição9 temporal na sua elaboração, essa segunda parte subdivide-se num primeiro momento à formação dos bairros estudados e posteriormente aos processos mais recentes, abordando, ainda, remoções e deslocamentos dos vivenciadores. Além disso, são elucidadas apropriações do parque linear construído onde outrora moravam famílias conferindo outras possibilidades de investigação ao contexto no qual os bairros se situam.

Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Bairro/Distrito
Cantinho do Céu
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Cidade/Município
São Paulo
Bairro/Distrito
Parque Habitacional dos Lagos
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
(N/I)
Localização Eletrônica
http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/16/16135/tde-07032016-165649/pt-br.php

Andar sobre Água Preta: a aplicação da infraestrutura verde em áreas densamente urbanizadas

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
BONZI, Ramón Stock
Sexo
Homem
Orientador
PELLEGRINO, Paulo Renato Mesquita
Código de Publicação (DOI)
10.11606/D.16.2015.tde-29102015-111924
Ano de Publicação
2015
Programa
Paisagem e Ambiente
Instituição
USP
Idioma
Português
Palavras chave
Córrego Água Preta
Infraestrutura verde
Planejamento da paisagem
Resumo
Embora relativamente recente, a noção de Infraestrutura Verde, isto é, a ideia de que paisagem é algo fundamental para o bom funcionamento da Cidade, vem sendo amplamente aceita nos campos da arquitetura da paisagem e urbanismo. No entanto, a sua aplicação em áreas densamente urbanizadas carece de métodos adequados, uma vez que o conceito surgiu como crítica a um contexto muito diferente e específico, o espraiamento norte-americano pós-Segunda Guerra Mundial. Este trabalho investiga a aplicação da Infraestrutura Verde na microbacia do Água Preta, área drenada por um dos muitos córregos ocultos da cidade de São Paulo e que apresenta muitos dos problemas típicos de áreas muito adensadas: alta taxa de impermeabilização, ilhas de calor, erradicação da cobertura vegetal original, radical alteração hidrológica, enchentes, carência de áreas verdes e precariedade dos sistemas de mobilidade e serviços públicos. Como método para aplicação, foi proposta uma adaptação no zoneamento ambiental desenvolvido por Schutzer a partir da clássica análise geomorfológica de Ab'Saber. É apresentado um plano com diretrizes para que os processos naturais convivam com a ocupação dessa bacia hidrográfica. O córrego da Água Preta, hoje sinônimo de enchentes, transforma-se assim em eixo estruturador do desenvolvimento da região.
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Localidade
Córrego da Água Preta
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
País estrangeiro
Brasil
Referência Temporal
(N/I)
Localização Eletrônica
http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/16/16135/tde-29102015-111924/pt-br.php

Parques lineares em São Paulo: uma rede de rios e áreas verdes que conecta lugares e pessoas

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Soares, Mariana Corrêa
Sexo
Mulher
Orientador
Costa, Jose Pedro de Oliveira
Código de Publicação (DOI)
10.11606/D.16.2014.tde-23062015-162603
Ano de Publicação
2014
Programa
Paisagem e Ambiente
Instituição
USP
Idioma
Português
Palavras chave
Drenagem urbana
Fundos de vale urbanos
Mobilidade
Participação popular
Produção do espaço livre público
Resumo

No rápido e intenso processo da urbanização de São Paulo, suas várzeas urbanas foram descaracterizadas com os cursos d'água canalizados sob vias automobilísticas ou invadidas e degradadas pelo modelo de urbanização caracterizado por uma dicotomia entre o homem e a natureza. Destacam-se, no início da década de 2000, políticas públicas formuladas para dar início a novos paradigmas nas relações entre os rios e as várzeas da área urbana e sua cidade, inaugurando uma nova forma de atuação para solucionar os conflitos expressos na forma de ocupação dessas áreas até então. Nesse contexto, os parques lineares surgem como uma forma de uso adequado de fundos de vale, desestimulando invasões e ocupações indevidas por meio de ações estruturadoras do território. Concebidos como elementos de qualificação da paisagem urbana e de sua recuperação ambiental, tais parques contribuem com a drenagem urbana e constituem espaços livres públicos capazes de conectar áreas verdes e favorecer a possível criação de um sistema de espaços livres em São Paulo. Espaços capazes de abrigar práticas de lazer, esporte e cultura, além de contribuir com alternativas não motorizadas de mobilidade urbana. Por meio de pesquisa bibliográfica, entrevistas e visitas a campo, a presente pesquisa contextualiza a implantação dos parques lineares em São Paulo e aprofunda a análise, pautada em uma abordagem paisagística do tema, a partir de 3 estudos de casos que apresentam um leque amplo das problemáticas que os envolvem e das suas potencialidades. Inserida na busca por cidades mais humanas e pautada em dinâmicas mais democráticas, a pesquisa defende a participação popular como meio para a construção de uma melhor qualidade da cidade. Por fim, espera-se contribuir para que a imagem de uma São Paulo permeada por áreas verdes e públicas, associadas aos seus cursos hídricos presentes na paisagem urbana, capazes de abrigar ciclovias e arborizados passeios de pedestres, concebidas através de processos participativos ganhe espaço no imaginário do paulistano para que possam cooperar na construção de uma cidade de São Paulo mais fluida, mais permeável, mais verde e azul, mais viva.

Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
(N/I)
Localização Eletrônica
http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/16/16135/tde-23062015-162603/pt-br.php

A criação do Parque Natural Municipal Itaim e sua potencialidade como catalisador de transformações socioambientais

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Radoll, Gabriella Roesler
Sexo
Mulher
Orientador
Sandeville Júnior, Euler
Código de Publicação (DOI)
10.11606/D.16.2014.tde-15082014-155117
Ano de Publicação
2014
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Paisagem e Ambiente
Instituição
USP
Idioma
Português
Palavras chave
Integração social
Parques (Aspectos ambientais)
Política ambiental
Resumo

O acordo entre a DERSA, a municipalidade e o Estado de São Paulo, criou quatro parques naturais no município de São Paulo, decorrente da política de compensação ambiental do licenciamento do Rodoanel Trecho Sul. Dentre esses destacamos o Parque Natural Municipal Itaim. Diante de seu contexto de implantação, a pesquisa trabalha na perspectiva de que esse novo equipamento, voltado à conservação ecológica, tem potencial para catalisar transformações socioambientais. Tais transformações podem ser alcançadas a partir da sensibilização, da interpretação ambiental e de práticas socioeducativas promovidas pelo parque. A partir do diálogo com seu entorno define-se a sua contribuição como promotor da integração social, em um possível sistema de áreas de conservação e uso público na região. Uma vez que, a par de sua importância ambiental, também analisada por essa pesquisa, o parque está inserido na periferia de São Paulo, no avanço do urbano sobre o rural. Uma região marcada pela extrema espoliação de sua população, carente de espaços de lazer, equipamentos culturais e educativos. A pesquisa parte do entendimento que o parque tem uma função social a cumprir e, para que sua implantação e gestão tenha êxito, a interação entre esse novo equipamento e a comunidade local é vista como essencial. Trabalha com análises cartográficas, dados socioeconômicos, sobreposição de cartas temáticas integrados às percepções obtidas a partir da vivência em campo, da rede e dos atores sociais mapeados, bem como do acompanhamento do processo de implantação do parque. A pesquisa resgata as propostas para o parque incitadas pelas equipes da área social do Plano de Manejo e seus estudos decorrentes, por entender que na situação atual o parque caminha para visões reducionistas ancoradas no discurso da inviabilidade orçamentária, da escassez de recursos humanos e das dificuldades institucionais verificadas. Defende-se o caráter singular e inovador do Parque Natural Municipal Itaim, onde a figura de seu gestor se destaca pela articulação e potencialização das redes de relações existentes, a partir de projetos e ações pilotos.

Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Bairro/Distrito
Itaim Paulista
Logradouro
Parque Natural Municipal Itaim
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/16/16135/tde-15082014-155117/pt-br.php

Tetos verdes e políticas públicas: uma abordagem multifacetada

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Mendes, Bruno Henrique Emmanuel
Sexo
Homem
Orientador
Pellegrino, Paulo Renato Mesquita
Código de Publicação (DOI)
10.11606/D.16.2014.tde-12092014-142822
Ano de Publicação
2014
Programa
Paisagem e Ambiente
Instituição
USP
Idioma
Português
Palavras chave
Arquitetura paisagística
Arquitetura sustentável
Planejamento territorial urbano
Telhados verdes
Tetos verdes
Resumo

Tetos verdes, ou a colocação de vegetação sobre coberturas de edifícios, têm se mostrado importantes ferramentas na mitigação de diversos problemas ambientais urbanos. Porém, seus benefícios coletivos apenas se tornam significativos após sua instalação em massa, sendo uma estratégia ambiental altamente dependente do agente privado -- os proprietários. Neste trabalho, buscou-se uma abordagem interdisciplinar com a Economia Ambiental e Comportamental, de modo a revelar os mecanismos de tomada de decisão dos indivíduos, tanto motivações econômicas (como sanções e subsídios), quanto motivações ditas "irracionais", como a imitação de comportamento. Depois, reconhecendo os tetos verdes como soluções polivalentes, faz-se uma abordagem múltipla para seu encaixe em políticas públicas existentes: clima urbano, economia de energia, poluição atmosférica, gerenciamento de águas pluviais e biodiversidade, cada uma envolvendo uma breve descrição da teoria e de políticas públicas existentes, desde o contexto mundial até o município de São Paulo. Como estudo de caso, aplica-se o índice ambiental alemão BFF (Biotopflächenfaktor, fator de superfícies ecológicas) a algumas tipologias marcantes de São Paulo, e conclui-se que o índice pode ser importante ferramenta na fomentação não só de tetos verdes, como de outras soluções ambientais de natureza pulverizada, devido à sua flexibilidade e facilidade de aplicação, podendo ser ajustada à realidade do município para melhores resultados.

Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
(N/I)
Localização Eletrônica
http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/16/16135/tde-12092014-142822/pt-br.php

Conflitos e desafios na gestão da Bacia Hidrográfica do Reservatório Guarapiranga

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
IKEMATSU, Priscila
Sexo
Mulher
Orientador
SANDEVILLE JUNIOR, Euler
Código de Publicação (DOI)
10.11606/D.16.2014.tde-30062014-155937
Ano de Publicação
2014
Programa
Paisagem e Ambiente
Instituição
USP
Idioma
Português
Palavras chave
Bacia do Guarapiranga
Conflito
Legislação ambiental
Mananciais
Resumo
A transformação da paisagem das áreas de mananciais vem sendo influenciada decisivamente pelas dinâmicas urbanas que nela incidem e pelas políticas públicas responsáveis pela sua proteção e recuperação. O presente trabalho objetiva analisar os conflitos e os desafios na gestão da Bacia Hidrográfica do Guarapiranga, uma área de extrema importância para a Região Metropolitana de São Paulo, responsável pelo fornecimento de água para aproximadamente quatro milhões de habitantes. A análise foi realizada à luz do reformulado aparato normativo e institucional proposto pela "Nova Política Estadual de Proteção e Recuperação aos Mananciais" (Lei n° 9.866/97), incluindo a legislação específica que hoje estabelece as diretrizes, normas e padrões de ocupação na Bacia do Guarapiranga (Lei n° 12.233/06). Além disso, foram avaliadas as transformações que ocorrem na Bacia, obtendo-se informações (históricas e atuais) sobre: o crescimento urbano e populacional, infraestrutura de saneamento, qualidade da água e obras na região. Complementarmente, foram utilizados diálogos realizados com interlocutores atuantes na área, revelando aspectos não apreendidos apenas com a pesquisa bibliográfica e documental. Os resultados indicaram que, embora a proposta normativa atual represente um avanço em termos de instrumentos para efetivar os objetivos almejados, ainda enfrenta desafios de ordem institucional e operacional. Verificou-se a necessidade de fortalecimento dos vínculos entre os entes do sistema de gerenciamento de recursos hídricos e insuficientes condições para um envolvimento mais profundo dos atores. Com isso, vários conflitos se revelam, desde o crescimento urbano e populacional em áreas planejadas para coibir a expansão urbana; qualidade da água aquém da situação ideal, relacionada à presença de esgotos domésticos e outros tipos de efluentes; e as grandes obras de infraestrutura públicas e privadas, que geram efeitos às vezes contrários à necessidade de preservação do manancial. A análise do futuro da área ainda aponta para grandes transformações, dado o enorme conjunto de fatores que incidem na área e por ser uma das poucas que ainda restam para absorver a expansão urbana e os interesses de diferentes grupos sociais na luta pela apropriação da terra e pela proteção dos mananciais. Para concretizar o futuro desejável da área de estudo deve ser prioridade o planejamento integrado; projetos contínuos e de longo prazo; cooperação intergovernamental; compromisso e vontade política; priorização de ações preventivas ao invés de corretivas; inclusão da população em processos educativos e participantes em torno da problemática apresentada; e, sobretudo, permear melhor as informações que são para a gestão, para o entendimento e para o fortalecimento das políticas públicas.
Referência Espacial
Região
Bacia hidrográfica do reservatório Guarapiranga
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
País estrangeiro
Brasil
Referência Temporal
(N/I)
Localização Eletrônica
http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/16/16135/tde-30062014-155937/pt-br.php