A morada paulista moderna: espaços interiores nas residências de João Batista vilanova Artigas.
Este trabalho pretende tratar o tema da arquitetura paulista moderna, com foco prioritário nos interiores arquitetônicos, e o estudo de caso de quatro residências selecionadas de João Batista Vilanova Artigas, analisando sua arquitetura e configuração interna, ou seja, o conjunto de elementos que criam a atmosfera dos ambientes. As quatro casas que serão mais atentamente analisadas são: a Casinha, de 1942; a Segunda Casa do Arquiteto, de 1949; a Casa Olga Baeta, de 1957 e a Residência Elza Berquó, de 1967. Outras residências do arquiteto serão mais brevemente estudadas, tais como a Casa Rubens de Mendonça, ou Casa dos Triângulos, de 1959; a Casa Telmo Porto, de 1968 e a Casa Martirani, de 1974. As análises serão realizadas a partir da comparação de fontes fotográficas de diferentes épocas e atuais. Cada conjunto de usuários, em diferentes épocas, ajudou a configurar as ambientações dos cômodos de diferentes maneiras, o que possibilita verificar, indiretamente, suas interferências nos arranjos dos interiores das casas.