Antropologia

Eu Vou de Bike: a ocupação de bicicletas nos espaços públicos de São Paulo

Tipo de material
Material Audiovisual
Autor Principal
Carolina Cássia Conceição Abilio
Sexo
Mulher
Autor(es) Secundário(s)
Maria da Penha Vasconcellos
Sexo:
Mulher
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.4000/pontourbe.3476
Edição
Revista Ponto Urbe
Ano de Publicação
2017
Local da Publicação
São Paulo
Idioma
Português
Resumo

Desde 2012 na cidade de São Paulo observamos o aumento da mobilidade por meio de bicicletas. Ciclistas a passeio, individualmente ou em grupos, competidores esportivos, e aqueles que fazem uso da bicicleta para trajetos de origem e destino no deslocamento ao trabalho, tomaram as ruas da cidade e podem ser facilmente vistos cruzando suas vias e avenidas.

A incorporação desses atores na dinâmica da cidade foi acompanhada de tensão e agressividade por parte de outros seguimentos da população, particularmente, usuários de outras formas de transporte. Os espaços urbanos pareciam já “ocupados” o suficiente na disputa pelo ir e vir, em circunstancias e entraves que vão desde pouca mobilidade para alguns até mobilidade em excesso de outros. Nesse cenário, a magrela passou a ser vista como intrusa no contexto do espaço da cidade e na disputa por circulação (Urry 2007:12).

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
2016
Localização Eletrônica
https://journals.openedition.org/pontourbe/3476

A cidade de Mariana pós-desastre: um relato etnográfico

Tipo de Material
Outros
Autor Principal
Passos, Renato Augusto
Sexo
Homem
Autor(es) Secundário(s)
Vasconcellos, Maria da Penha
Sexo:
Mulher
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.4000/pontourbe.3498
Título do periódico
Ponto Urbe
Volume
20
Ano de Publicação
2017
Local da Publicação
São Paulo
Página Inicial
1
Página Final
12
Idioma
Português
Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
Mariana
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Minas Gerais
Referência Temporal
(N/I)

O crack, o corpo e a rua: Analisando trajetos e andanças na cidade

Tipo de Material
Outros
Autor Principal
Beatriz Brandão
Sexo
Mulher
Autor(es) Secundário(s)
Wellington da Silva Conceição
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.4000/pontourbe.3480
Título do periódico
Ponto Urbe
Volume
20
Ano de Publicação
2017
Local da Publicação
São Paulo
Idioma
Português
Disciplina
Área Temática
Referência Espacial
Cidade/Município
Rio de Janeiro
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
Referência Temporal
(N/I)
Localização Eletrônica
https://journals.openedition.org/pontourbe/3480?lang=pt

Novos agentes e novas configurações no carnaval dos blocos de rua na cidade do Rio de Janeiro

Tipo de Material
Outros
Autor Principal
Bay Frydberg, Marina
Sexo
Mulher
Código de Publicação (ISSN)
1981-3341
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.4000/pontourbe.3479
Título do periódico
Ponto Urbe
Volume
20
Ano de Publicação
2017
Local da Publicação
São Paulo
Idioma
Português
Palavras chave
Os Blocos
As ligas e associações
O Poder Público
Agentes
Resumo

1O século XXI trouxe consigo a expansão do carnaval dos blocos de rua na cidade do Rio de Janeiro. Em proporções cada vez mais expressivas, tanto no número de blocos quanto de foliões, o carnaval de rua expandiu o calendário anual da festa na cidade e impulsionou uma nova organização da celebração carnavalesca, tanto por parte do poder público quanto dos blocos. Inserida nesta recente valorização de brincar o carnaval, os blocos de rua na cidade do Rio de Janeiro se veem em meio a uma discussão sobre o aumento da rentabilidade econômica através da mercantilização da/na festa, associada à sua profissionalização, e a valorização de práticas tradicionais de se brincar o carnaval através da discussão da sua patrimonialização. Tendo como base a pesquisa etnográfica, buscou-se compreender neste artigo o processo pelo qual vêm passando os blocos de rua na cidade do Rio de Janeiro, problematizando os múltiplos significados para a noção de tradição carnavalesca e como os diferentes agentes envolvidos na festa estão compreendendo e organizando o carnaval. Este artigo1 propõe, assim, pensar a configuração atual do carnaval dos blocos de rua na cidade do Rio de Janeiro a partir dos três principais agentes organizadores da festa: os blocos, as ligas e associações e o poder público, buscando mostrar os diferentes significados que a festa possui para cada agente.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
Rio de Janeiro
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
Referência Temporal
(N/I)
Localização Eletrônica
https://journals.openedition.org/pontourbe/3479#tocto1n1

Quando o ônibus não passa: transporte e exclusão social em Ribeirão das Neves

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Tôrres, Marina Abreu
Sexo
Mulher
Título do periódico
PontoUrbe
Volume
23
Ano de Publicação
2018
Local da Publicação
São Paulo
Idioma
Português
Palavras chave
mobilidade
ônibus urbano
segregação espacial
transporte coletivo
Resumo

Nesse artigo, analiso o cotidiano nos transportes coletivos em Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Inserido no processo de periferização e segregação territorial da capital mineira, o município possui linhas de ônibus pouco frequentes, de baixa qualidade e caras, o que afeta diretamente a possibilidade de seus moradores acessarem outras regiões da metrópole. Percorrendo os ônibus metropolitanos de Ribeirão das Neves, foi possível perceber alguns dos obstáculos enfrentados pelos seus moradores no acesso aos serviços de transporte e as suas consequências sobre um cotidiano já árduo. A partir da observação participante, apresento uma reflexão sobre o ir e vir dos moradores de Neves, analisando, também, as estratégias encontradas por eles para resistir a um sistema que atua fortemente para sua imobilidade.

Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
Ribeirão das Neves
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Minas Gerais
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://journals.openedition.org/pontourbe/4981

Um olhar sobre a infraestrutura: reflexões sobre mobilidade e funcionamento do trânsito de São Gonçalo (Brasil-RJ)

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Rocha, Talitha Mirian do Amaral
Sexo
Mulher
Título do periódico
PontoUrbe
Volume
23
Ano de Publicação
2018
Local da Publicação
São Paulo
Idioma
Português
Palavras chave
mobilidade
trânsito
infraestrutura
guarda municipal
segurança pública
Resumo

No presente artigo analiso como operam as infraestruturas do trânsito de São Gonçalo (RJ) para, a partir de um olhar sobre as mobilidades cotidianas, entender como funciona o trânsito da cidade. Para esse fim, considero os preceitos de Graham e McFarlane (2014), segundo os quais, em qualquer análise, deve-se considerar como as pessoas experimentam e percebem as infraestruturas que estão dispostas em seu dia a dia. São consideradas as informações construídas durante o trabalho de campo desenvolvido entre novembro de 2013 e dezembro de 2014, quando pude fazer uma observação direta do trabalho dos agentes da Guarda Municipal de São Gonçalo. A partir disso, no fim do trabalho, é enfatizado que o funcionamento do trânsito de São Gonçalo depende, sobretudo, dos consensos produzidos a respeito do uso dessas infraestruturas, que podem ou não ir ao encontro daquilo que está previsto em lei.

Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
São Gonçalo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://journals.openedition.org/pontourbe/4746

Entre casas e estradas: ecos de uma Amazônia urbana no circo de rua

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Silva, Juliana Oliveira
Sexo
Mulher
Título do periódico
PontoUrbe
Volume
23
Ano de Publicação
2018
Local da Publicação
São Paulo
Idioma
Português
Palavras chave
circulação
amazônia
sazonalidade
rio tapajós
circo de rua
Resumo

Pessoas que voluntariamente escolhem romper com vínculos formais de trabalho e residência, passam a viver através do circo de rua. Circulam por cidades diversas, encontrando-se e partilhando informações sobre como chegar a uma cidade, como se manter e como sair dela. Dentro disso, Santarém e Alter do Chão, oeste do Pará, aparecem como locais, respectivamente, para fazer dinheiro e viver. Todavia, a dinâmica local é influenciada pelas variações sazonais do rio Tapajós que delineia a alta e a baixa temporada. Este artigo reflete os ecos de uma face urbana da Amazônia na vida das/dos malabaristas a partir da dinâmica movimento-repouso, com ênfase (i) na formação de circuitos de cidades acionadas por elas/es; (ii) na construção imagética de Alter do Chão como um lugar para morar; (iii) na dialética circulação-fixação, expressa sob a forma das viagens de trabalho feitas a cidades amazônicas.

Disciplina
Referência Espacial
Brasil
Habilitado
UF
Pará
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://journals.openedition.org/pontourbe/4581

Músicos de rua e a turistificação das cidades: Um jogo tático para viver da arte na ocupação do espaço público no Rio de Janeiro e em Barcelona

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Falcão, Denise
Sexo
Mulher
Autor(es) Secundário(s)
Gomes, Christianne Luce
Sexo:
Mulher
Título do periódico
PontoUrbe
Volume
23
Ano de Publicação
2018
Local da Publicação
São Paulo
Idioma
Português
Palavras chave
espaço público
músicos de rua
arte
turismo
cidade
Resumo

Este artigo é fruto de uma pesquisa etnográfica sobre a prática social dos músicos de rua em duas cidades cosmopolitas e turísticas: Rio de Janeiro e Barcelona. Seu objetivo é compreender suas “artes de fazer” (De Certeau, 2014) de músicos de rua, vislumbrando possibilidades táticas de sobrevivência e possíveis resistências desses artistas contra a ordem social vigente. A pesquisa de campo evidenciou que os músicos de rua, ao se apropriarem dos espaços públicos, promovem uma relação econômica de troca e caminham nos interstícios entre o legal e o transgressivo, entre o sensível e o rentável. A dimensão alcançada por essa prática social ultrapassa a simples possibilidade de se sustentar e galga o sonho da realização pessoal, que é conquistada em sua liberdade de expressão artística.

Disciplina
Referência Espacial
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
País estrangeiro
Espanha
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://journals.openedition.org/pontourbe/4618

Concretos que falam: análise comparativa de grafites sob vias suspensas nas cidades de São Paulo e Lorena/SP

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Bianca Siqueira Martins Domingos
Sexo
Mulher
Autor(es) Secundário(s)
Gabriel de Oliveira Eloy
Luiz Fernando Vargas Malerba Fernandes
Sexo:
Homem
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.4000/pontourbe.3426
Título do periódico
Ponto Urbe
Volume
20
Ano de Publicação
2017
Local da Publicação
São Paulo
Idioma
Português
Palavras chave
Grafite
intervenções artísticas urbanas
sociologia urbana
São Paulo
Lorena
Resumo

O espaço urbano é constituído de múltiplos planos de referências sociais, econômicos e culturais, em que os atores transitam e deixam suas marcas, sejam elas visíveis ou invisíveis. Nas marcas visíveis, o grafite se reconfigura a partir de novas práticas e olhares pelo mundo todo, em que a analogia feita no título do artigo ganha força à medida que o observador atribui às imagens sensações, posicionamentos e percepções. O objetivo foi analisar comparativamente as intervenções artísticas urbanas na forma de grafite sob as vias suspensas das cidades de São Paulo (Museu Aberto de Arte Urbana – MAAU) e Lorena, no estado de São Paulo, Brasil, suas semelhanças, divergências e como interagem com o entorno. A metodologia consistiu em analisar os espaços por meio de fotografia e caderno de campo. Pode-se observar que o MAAU estabelece relação clara com o entorno revitalizado, enquanto em Lorena o movimento é oposto.

Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Lorena
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
(N/I)
Localização Eletrônica
https://journals.openedition.org/pontourbe/3426

GRAHAM, Richard. “Alimentar a cidade: das vendedoras de rua à reforma liberal (Salvador, 1780 - 1860)”

Tipo de Material
Resenha
Autor Principal
Blanco, Lis Furlani
Sexo
Mulher
Título do periódico
PontoUrbe
Volume
22
Ano de Publicação
2018
Local da Publicação
São Paulo
Idioma
Português
Resumo

Richard Graham inicia seu livro afirmando que “nenhuma cidade alimenta à si mesma (…) Salvador era uma grande cidade nas Américas do século XVIII. Isso nos estimula a investigar não apenas essa malha de relações comercias, mas também o que seu funcionamento revela sobre a composição social da cidade” (p. 19). Tal afirmação se apresenta como o objetivo central da obra aqui resenhada, buscando, segundo o próprio autor, deixar de ver exploradores e explorados, pois “ao desvendar a vida de pessoas dentro de um grande universo de experiências individuais, [o autor] busca detalhes específicos, tentando compreender alguma coisa do contexto em que viviam” (p. 23). É exatamente através da história de certas pessoas que habitavam Salvador entre o século XVIII e XIX que Graham vai construindo sua narrativa. Enquanto historiador, se coloca como preocupado com as categorias que impõe “a pessoas que não necessariamente viam a si mesmas como pertencentes a elas, mas tent[a] não tirar conclusões a priori sobre indivíduos a partir dessas classificações” (p. 23).

Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
Salvador
Macrorregião
Nordeste
Brasil
Habilitado
UF
Bahia
Referência Temporal
1780 - 1860
Localização Eletrônica
https://journals.openedition.org/pontourbe/3911