Modo de vida, imaginário social e cotidiano
Desenvolvimento turístico no Brasil: conciliação e perspectiva
Ecoturismo e desenvolvimento sustentado
Turismo na Amazônia - uma opção "eco" lógica
Florianópolis, cluster turístico?
Caverna do Fazendão: experiências turísticas de sensibilização
Percepção do turismo no cotidiano dos dirigentes: Caso Xingó
Pesquisa exploratória-descritiva que analisa a contribuição do turismo na região de Xingó, através da percepção dos dirigentes e líderes municipais. Os municípios estudados foram Canindé do São Francisco (Sergipe), e Piranhas (Alagoas), situados no Nordeste do Brasil, unidos pelo Rio São Francisco. Contataram-se representantes da comunidade, empresários desses municípios, órgãos públicos, autoridades locais dos dois Estados, além de especialistas da área de turismo, constituindo-se a amostragem não probabilística por conveniência. Entre os resultados alcançados, destacam-se: a inexistência de políticas definidas de turismo nos dois municípios; o surgimento de impactos socioambientais provocados pela construção da Usina Hidroelétrica de Xingó; a estagnação da economia, provocada pela conclusão das obras, o que repercute em todos os setores das comunidades estudadas; e as condições socioeconômicas dificultam o desenvolvimento do turismo. Recomendações são feitas para o estabelecimento de políticas públicas no setor turístico, a fim de que contemplem os aspectos socioeconômicos e ambientais, adequados à região do semi-árido.
Turismo, Ecologia e ONG em Canto Verde - Beberibe (CE)
Ferrovia e turismo cultural: alternativa para o futuro da Vila de Paranapiacaba (SP)
A meta do trabalho é demonstrar que a associação entre a preservação do patrimônio - através de sua interpretação -, e o turismo ferroviário é um instrumento eficaz na formatação do destino voltado ao turismo cultural de base sustentável. Para tanto, foi estudado o contexto histórico da ferrovia paulista, apontando alguns referenciais que fizeram o modal rodoviário ser priorizado em detrimento do ferroviário. Após um longo período de abandono, a Vila de Paranapiacaba, local de expressão da cultura ferroviária iniciada na segunda metade do século XIX, é cogitada como um forte atrativo para o lazer cultural, atividade que pode ter seu efeito otimizado se associada com a ferrovia.