Fluxos populacionais e migrações

Oferta de Trabalho e Estrutura Ocupacional

Tipo de material
Livro Coletânea
Autor Principal
Chahad, José Paulo Zeetano
Série
Ensaios Econômicos ^n 12
Ano de Publicação
1981
Local da Publicação
São Paulo ^b IPE/USP
Página Final
243
Idioma
Português
Resumo
Analisa os determinantes demográficos e econômicos da participação na força de trabalho, buscando enfoques mais representativos e mais adaptados ao contexto brasileiro. Adota as seguintes linhas de análise: a) estudo da oferta de trabalho ao nível agregado, enfocando o que se denomina participação na força de trabalho, onde procura medir a parcela da população, em idade de exercer atividade remunerada, que está efetivamente engajada no mercado de trabalho, que engloba tanto empregados como aqueles em busca de trabalho; b) elaboração e estimação de modelos de oferta, mediante os quais procura desvendar as principais influências que afetam o esforço e as preferências do indivíduo, quer tomado isoladamente, quer inserido num contexto mais amplo, apresentado pela família. Discute uma interpretação alternativa à teoria da renda/lazer, para explicar os resultados obtidos nas estimativas de oferta.
Disciplina
Referência Espacial
Brasil
Habilitado

A população de Curitiba no século XVIII

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Burmester, Ana Maria de Oliveira
Título do periódico
Informativo ABEP,
Volume
v.10, jul./set.
Ano de Publicação
1981
Local da Publicação
São Paulo
Resumo
Faz a reconstituição das famílias de Curitiba (PR) de 1731 a 1798 dentro da visão da demografia histórica. Utiliza os registros mantidos pela Igreja Católica, na sede da paróquia de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais. Recorre, também, às listas nominativas de habitantes, feitas pelo estado, com nome, idade e ralação de parentesco (1765, 1776, 1785, 1786, 1792 e 1798). Critica os dados e avalia o sub-registro de nascimento e óbitos de crianças. A análise demográfica permite observar o comportamento da população no domínio da nupcialidade e outras variáveis relacionadas, tais como: posição sócio-econômica dos cônjuges, região de procedência etc.; fecundidade e mortalidade.
Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
Curitiba
Brasil
Habilitado
UF
Paraná
Referência Temporal
1731-1798

Demografia e Família, Migrações: aspectos demográficos, econômicos, políticos e sociais

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Gonçalves, Lea de Oliveira
Título do periódico
Boletín del Instituto Interamericano del Nino,
Volume
tomo 52, n.204, mar.
Ano de Publicação
1978
Local da Publicação
^c 1978
Resumo
O Brasil tem experimentado um rápido crescimento. Em 1900, sua população, representava 1,1 por cento da população mundial e, em 1970, 2,6 por cento. No início da década de 40 a taxa de crescimento populacional estava próxima de 2 por cento ao ano, mas passou a 3 por cento na década de 60. Isto ocorreu apesar das elevadas taxas de mortalidade infantil devidas, principalmente, a doenças infecciosas, desnutrição e a uma relação desfavorável entre população e abastecimento de água encanada. Em 1970, de uma população superior a 90 milhões, apenas 27 milhões dispunham de água encanada. A expectativa de vida, no Brasil, era de 42,4 anos na década 40-50, mas passou a 55 anos em 1964 e 61 anos em 1969. O Brasil se caracteriza por uma urbanização acelerada, apresentando grandes migrações rural-urbanas originadas, principalmente, no Nordeste brasileiro. As principais áreas receptoras são as regiões do Sudeste e Centro-Oeste. O censo de 1970 revela a presença de 30 milhões de imigrantes do país. A formação de favelas em grande escala nos bairros periféricos das grandes cidades tem sido uma das consequências deste processo. Tem sido necessário que o Estado desenvolva importantes políticas sociais para enfrentar este e outros problemas.
Disciplina
Referência Espacial
Macrorregião
Nordeste
Brasil
Habilitado
Referência Temporal
1950-1978

Elementos de la Redistribución Espacial de la Población en el Estado de São Paulo - Brasil, 1960-1980

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Cunha, José Marcos Pinto da
Sexo
Homem
Ano de Publicação
1984
Local da Publicação
Santiago do Chile
Programa
N/I
Instituição
CELADE
Página Final
108
Descrição Adicional
Entre as regiões administrativas do estado de São Paulo, existe importante heterogeneidade socioeconômica e espacial. Discute os efeitos que estas desigualdades tiveram sobre a redistribuição espacial da população no estado, no período 1960/1980, e as possíveis relações entre as estruturas socioeconômicas das regiões e os componentes do crescimento demográfico. Os dados utilizados provêm, fundamentalmente, dos censos demográficos de 1960 e 1980. As dimensões socioeconômicas são representadas por indicadores referidos à indústria, emprego, salários, agricultura, pecuária, comércio, serviços, bem-estar e saúde. A migração é estimada pelo método das relações de sobrevivência, na versão direta. O crescimento natural é obtido por diferença. Observa no período 1960/1980 um processo crescente de concentração demográfica no estado, sendo que as regiões mais privilegiadas deste processo são a Grande São Paulo e Campinas.
Idioma
Espanhol
Palavras chave
demografia
concentração
densidade populacional
dimensão socioeconômica
migração
Resumo
Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Quantitativo
Referência Espacial
Região
Região Metropolitana de São Paulo
Cidade/Município
Campinas
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
1960-1980
Localização Eletrônica
https://repositorio.cepal.org/handle/11362/20766

Considerações sobre o Crescimento Urbano da Região Sudeste: 1980

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Costa, Célia Diogo Alves da
Título do periódico
Revista do Serviço Público,
Volume
v.112, n.1, jan./mar.
Ano de Publicação
1984
Local da Publicação
Brasília
Idioma
Português
Resumo
Apresenta alguns aspectos demográficos da urbanização da Região Sudeste, em especial o crescimento populacional nas cidades médias com ênfase na importância do seu contingente migratório em período recente. No contexto de desenvolvimento urbano regional é indiscutível a importância numérica das cidades e vilas, cujo grupo era composto por 2743 unidades geográficas em 1980. As Regiões Metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte compõem esta paisagem regional, cuja complexidade urbana interfere em seus mecanismos de natureza econômica, social e política. Este conjunto urbano reúne um total de 24,5 milhões de pessoas, em 1980. O incremento populacional nessas regiões metropolitanas, nas últimas décadas, representa o acréscimo de quase 380,0 por cento de população entre 1950 e 1980, o que implica necessariamente no congestionamento de toda uma série de fatores que contribuem para o agravamento dos problemas das infra-estruturas urbana e social. O incremento das populações em cidades médias da Região Sudeste advém do número de migrantes na composição populacional destas cidades, chegando algumas a quase 70 por cento do contingente populacional total. A aceleração da urbanização é consequência direta, e das mais perceptíveis, do processo de planejamento da população e das atividades. É necessário que o poder público adote medidas que orientem a transferência da população do campo para essas cidades e que se formulem políticas e estratégias para combater os problemas sócio-econômicos causados pelo intenso processo de urbanização verificado no Sudeste.
Disciplina
Referência Espacial
Região
Região Metropolitana de São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
1950-1980

O Aumento da População do Brasil Entre 1872 e 1940

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Mortara, Giorgio
Título do periódico
Contribuições Para o Estudo da Demografia do Brasil,
Volume
pp.9-21
Ano de Publicação
1970
Local da Publicação
Rio de Janeiro
Resumo
Estuda os censos demográficos de 1872, 1890, 1900, 1920 e 1940, estimando, para cada período intercensitário, as participações do saldo migratório e do crescimento vegetativo no aumento da população. Com base na taxa de natalidade estimada e na taxa de incremento natural calculada, determina as taxas de mortalidade e, a partir da inverossimilhança de alguns destes resultados, analisa possíveis discrepâncias entre os dados censitários publicados e a realidade. Compara os aumentos da população entre censos consecutivos, com os aumentos calculados segundo a hipótese de crescimento regular da população entre 1872 e 1940 de acordo com a taxa geométrica anual de incremento, propondo, a partir daí, uma correção dos resultados dos Censos de 1900 e 1920, com a consequente retificação das taxas de mortalidade e de incremento natural. Finalmente, discrimina o aumento total da população em três componentes: incremento natural independente da migração, incremento natural dependente da migração e incremento migratório, e calcula os aumentos absoluto e relativo, além da taxa média geométrica anual de incremento, para as diversas Unidades da Federação.
Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Quantitativo
Referência Espacial
Brasil
Habilitado
Referência Temporal
1872-1940

Mariana: características da população em 1831

Tipo de Material
Trabalho de Eventos-Anais
Autor Principal
Paiva, Clotilde A.
Ano de Publicação
1984
Local da Publicação
São Paulo
Página Final
0
Descrição Adicional
Anais do Quarto Encontro Nacional de Estudos Populacionais - ABEP
Idioma
Português
Resumo
Apresenta algumas das características da estrutura populacional do núcleo urbano da cidade de Mariana (MG) no ano de 1831, a fim de levantar hipóteses sobre a dinâmica demográfica desta área nas primeiras décadas do século XIX. Mariana situa-se na zona metalúrgica e foi a área de colonização mais antiga, o foco principal da mineração aurífera e a região mais densamente colonizada da província. Apesar das dificuldades conceitual e empírica de se delimitar o que é urbano no século XIX, o Distrito de Paz da Paróquia de Mariana, pode ser considerado como um exemplo de sociedade urbana que surgiu e se desenvolveu nas regiões mineradoras. Primeiramente, apresenta algumas informações sobre a cidade de Mariana e discute os dados. Posteriormente, apresenta alguns resultados, comparando-os com resultados de outros pesquisadores. Finalizando, levanta algumas hipóteses sobre a dinâmica demográfica da região.
Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
Mariana
Brasil
Habilitado
UF
Minas Gerais
Referência Temporal
1831

Evolução Demográfica na Região Metropolitana de Belo Horizonte: 1960-1980

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Moreira, Márcia Brant Pinheiro
Título do periódico
Indicadores de Conjuntura Minas Gerais,
Volume
v.7, n.3, jun.
Ano de Publicação
1985
Local da Publicação
Belo Horizonte
Idioma
Português
Resumo
Descreve as variáveis mais relevantes da perspectiva demográfica da Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH). O método utilizado é o da estatística comparada, baseado em informações obtidas através da pesquisa bibliográfica e em dados secundários, sendo os censos demográficos de 1960, 1970 e 1980, a principal fonte.
Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Quantitativo
Referência Espacial
Região
Região Metropolitana de Belo Horizonte
Brasil
Habilitado
UF
Minas Gerais
Referência Temporal
1960-1980

Mudanças nas Relações de Produção e Migrações: o caso de Botucatu e São Manuel

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Iyda, Massako
Sexo
Mulher
Orientador
Patarra, Neide Lopes
Ano de Publicação
1979
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Saúde Pública
Instituição
USP
Página Final
158
Descrição Adicional
Tomando como quadro de referência o desenvolvimento do capitalismo no Brasil, no período 1700-1970, analisa as mudanças de relações de produção e as migrações ocorridas nos Municípios de Botucatu e São Manuel (SP). Utiliza diferentes fontes de dados, como estudos histórico-geográficos; dados do registro civil; artigos de jornais; censos demográficos, agropecuários, industrial, comercial e de serviços; e outras publicações de órgãos oficiais. Trabalha os dados através de várias técnicas, tais como o índice de Gini, tábua de mortalidade e projeção de população. Reconstitui a história do processo de ocupação territorial das duas áreas e aborda aspectos da expansão cafeeira nos municípios, destacando a reorganização das atividades econômicas e a preservação da concentração da propriedade. Nesse quadro, enfoca o processo de urbanização e industrialização, bem como o conseqüente deslocamento populacional engendrado no período. Relações de produção tipicamente capitalistas, como o colonato, coexistiram com outras, não capitalistas, como o arrendamento e a parceria. O aparelho estatal esteve presente enquanto regulamentador dos processos de mudança observados.
Idioma
Português
Palavras chave
urbanização
modo de produção capitalista
agricultura
industrialização
Resumo
Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
Botucatu
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
1700-1970

Características Gerais do Território e da População Brasileira

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística(IBGE)
Título do periódico
Informativo ABEP,
Volume
n.10, jul./set.
Ano de Publicação
1981
Local da Publicação
São Paulo
Resumo
A população do Brasil, segundo o recenseamento de 1980, é de 119.098.999 habitantes, distribuidos por cinco grandes regiões, com taxa de crescimento anual de 2,48 por cento. A população urbana alcança 67,57 por cento do total. O processo de industrialização no Sudeste, Sul e parte do Centro-Oeste (92 por cento da produção industrial em 1970), concentra a população nas cidades do eixo São Paulo - Rio (núcleo) e em Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte, Brasília e Goiânia (periferia dinâmica). Na periferia nacional estão os focos de crescimento lento: Salvador, Recife, Fortaleza. No Norte surgem focos de importância recente como Belém. A densidade demográfica do país é de 14,08 hab./km2; no Sudeste chega a 56,33 hab./km2; no Sul, 33,87 hab./km2 e no Norte, 1,66 hab./km2. Todas as Grandes Regiões têm taxas positivas de crescimento entre 1970 e 1980. Porém, as zonas rurais têm taxas de crescimento negativas, excetuando-se o Norte, que cresce a 3,71 por cento e o Nordeste, com 0,55 por cento ao ano. As regiões metropolitanas das nove cidades acima abrigam 29,99 por cento da população brasileira e são responsáveis por 41,39 por cento do crescimento populacional do país. As principais são: São Paulo (12,6 milhões), Rio de Janeiro (9,0 milhões), Belo Horizonte (2,5 milhões), Porto Alegre (2,2 milhões), Curitiba (1,4 milhões) e Belém (1,0 milhão).
Método e Técnica de Pesquisa
Quantitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Rio de Janeiro
Porto Alegre
Curitiba
Belo Horizonte
Brasília
Goiânia
Salvador
Recife
Belém
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
1980