Demografia

Adaptation of Migrants or Survival of the Fittest? A brazilian case

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Martine, George
Título do periódico
Journal of Developing Areas,
Volume
v.14, n.1, out.
Ano de Publicação
1979
Local da Publicação
^c 1979
Idioma
Inglês
Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Brasil
Habilitado

O Desenvolvimento do Nordeste e a Questão Demográfica em Face do Segundo Brasil

Autor Principal
Lustosa, Paulo
Ano de Publicação
1985
Local da Publicação
Rio de Janeiro ^b CEPPD
Página Final
47
Idioma
Português
Resumo
A dinâmica populacional nordestina e o subdesenvolvimento da região não podem ser entendidos isoladamente. Sua dinâmica populacional é parte indissociável da dinâmica populacional brasileira, quando menos em virtude do fenômeno comum do inchamento das cidades e de suas áreas periféricas, da persistência de um volume considerável de migrantes que vão ter a outras regiões do país e a ausência de políticas ou da intervenção governamental direta na questão demográfica. O subdesenvolvimento regional é parte integrante do processo de desenvolvimento capitalista brasileiro recente, caracterizado pela concentração pessoal, espacial, setorial e funcional da renda e assim pela exclusão de grupos de pessoas e de certas áreas geográficas, setores e fatores de produção dos eventuais benefícios do crecimento. Apresenta um conjunto de propostas capazes de retirar o caráter tópico e inconsequente de política governamental de desenvolvimento do Nordeste. Segue análise, discussão e projeções dos principais componentes da dinâmica demográfica nordestina.
Disciplina
Referência Espacial
Macrorregião
Nordeste
Brasil
Habilitado

Distribuição Espacial na População na Região Metropolitana do Recife

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Fundação de Informações para o Desenvolvimento de Pernambuco
Título do periódico
Informativo Técnico FIDEPE,
Volume
v.1, n.2, jun.
Ano de Publicação
1982
Local da Publicação
Recife
Resumo
A análise dos primeiros resultados do censo demográfico de 1980 indica, para o estado de Pernambuco, uma redução do crescimento populacional (de 2,4 por cento ao ano na década 60-70 para 1,7 por cento em 70-80) e uma concentração urbana e metropolitana da população. A Região Metropolitana de Recife (RMR) foi, entre as demais regiões metropolitanas do país, uma das que menos cresceu, em termos relativos, na última década. É possível que este menor dinamismo, observado do ponto de vista demográfico, seja resultado do reduzido crescimento constatado para o Município de Recife, que de terceira cidade do País, em termos de população há duas décadas atrás, hoje é o sexto aglomerado urbano brasileiro e o terceiro do Nordeste, tendo perdido sua posição para as cidades de Salvador e Fortaleza. Os dados mostram que a expansão demográfica da RMR tem-se dado por meio de uma redistribuição da população, no sentido de outros municípios que não o da capital e um crescimento demográfico desigual entre eles. Os municípios de Paulista e Jaboatão registraram aumentos na participação do crescimento da RMR, chegando a cifras de 11 por cento e 14 por cento respectivamente. Por outro lado, a nível de distritos, notam-se alguns que se estagnaram ou tiveram suas populações reduzidas, como Santo Amaro e Boa Vista.
Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Quantitativo
Referência Espacial
Região
Região Metropolitana do Recife
Cidade/Município
Paulista
Jaboatão
Salvador
Fortaleza
Bairro/Distrito
Santo Amaro
Brasil
Habilitado
UF
Pernambuco
Referência Temporal
1960-1980

Migrações Internas no Brasil

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Souza, Itamar de
Sexo
Homem
Orientador
Eva Alterman Blay
Ano de Publicação
1980
Local da Publicação
São PauloPetrópolis
Programa
Sociologia
Instituição
Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas/USP
Página Final
142
Idioma
Português
Resumo
Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
Natal
Macrorregião
Nordeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio Grande do Norte
Referência Temporal
N/I

Effects of Industrialization and Urbanization on Mortality in the Developing Countries: the case of Brazil

Tipo de Material
Outros
Autor Principal
Sawyer, Diana Oya
Ano de Publicação
1981
Local da Publicação
Liege ^b IUSSP
Página Final
0
Descrição Adicional
INTERNATIONAL UNION FOR THE SCIENTIFIC STUDY OF POPULATION
Idioma
Inglês
Resumo
Mostra, para o Brasil e especificamente para o estado de São Paulo, quais são as relações entre a mortalidade e o processo de industrialização e urbanização. Este processo efetuou-se, no país, de forma diferenciada por região, o que fez de São Paulo uma área metropolitana de 8 milhões de habitantes em 1970 e o maior parque industrial da América Latina. Ao comparar os diferenciais urbano-rurais, observa que as regiões consideradas nem sempre seguem os padrões definidos para países desenvolvidos. Na década de 40/50, a esperança de vida foi de 33,5 anos no Nordeste urbano e de 53,4 anos no Sul rural. Ela experimentou notáveis avanços em 1960/70, embora a mortalidade infantil tenha caido bem pouco. No caso de São Paulo, o processo de urbanização e industrialização é caracterizado segundo as seguintes fases: 1) exploração agrícola; 2) substituição de importações; 3) desenvolvimento dependente associado. Os níveis de mortalidade são apresentados segundo estas fases. Conclui que, em geral, o processo de industrialização e urbanização que o Brasil experimentou não implicou necessariamente num declínio da mortalidade e, menos ainda, na mortalidade infantil; as quedas, quando ocorreram, deveram-se a causas exógenas, que não fazem parte do processo de industrialização e urbanização per se.
Disciplina
Área Temática
Referência Espacial
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
1950-1970

Migração, Fato Político

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Pegoraro, José
Título do periódico
Migrantes: êxodo forçado,
Volume
pp.96-107
Ano de Publicação
1980
Local da Publicação
São Paulo
Idioma
Português
Resumo
Objetiva mostrar como a migração faz parte de um sistema de espoliação e marginalização. O fenômeno da migração no Brasil constitui um fato gigantesco e colossal para a vida de um país, capaz de subverter toda a história de um povo. A migração representa uma luta obstinada e ferrenha pela sobrevivência, por meio de um processo de desenraizamento da própria terra. É a migração que torna disponível a força de trabalho necessária ao desenvolvimento capitalista. Nesse sentido, são considerados os seguintes ítens: a) a migração, em sua totalidade, não pode ser visualizada como um fato espontâneo e natural ou mesmo como um desejo incoercível de mudança. Pelo contrário, a migração é um fato artificial, criado e preparado sob mil artifícios pela determinação de um ação política; b) o instrumento fundamental gerador do fenômeno migratório é o processo de espoliação e de marginalização de todo um povo. O fenômeno da migração, tomado globalmente, é representado por um povo sem terra, sem rumo, que sentiu na própria carne o sofrimento da injustiça; c) através do processo migratório, a força de trabalho se torna disponível para um determinado desenvolvimento do país dentro do modelo capitalista subdesenvolvido e dependente.
Disciplina
Referência Espacial
Brasil
Habilitado
Referência Temporal
1980

A População Brasileira

Tipo de material
Relatório Técnico
Autor Principal
Montello, Jessé
Ano de Publicação
1981
Local da Publicação
Rio de Janeiro
Instituição
IBGE
Página Final
38
Idioma
Português
Resumo
Descreve o crescimento da população brasileira desde 1872 e indica que em 1980 o total é de 119.099 mil habitantes. A taxa de crescimento natural é de 2,49 por cento no decênio 1970/80. A taxa de fecundidade decresceu em virtude do uso de métodos anticoncepcionais. A mortalidade infantil sofreu redução significativa, passando de 16 por cento em 1940 para 9,6 por cento em 1977. As taxas de mortalidade decresceram e a vida média vem aumentando. Nota um envelhecimento da população. A densidade demográfica é de 14,1 hab/km em 1980, sendo diferente para cada região do país. Existem fortes deslocamentos da população entre as grandes regiões, havendo, também, migração da área rural para a urbana. A proporção da população urbana alcança 67,59 por cento do total em 1980. As regiões metropolitanas crescem a uma taxa de 3,78 por cento. O setor rural contém 30,7 por cento dos 43.782 mil participantes da PEA. A PEA urbana divide-se em 25,3 por cento na indústria e 44,0 por cento no comércio e outros serviços. A renda per capita da população está entre US$ 1.679,2 e 1.790,5. A taxa de alfabetização da população entre 15 e 69 anos passou de 45,5 por cento em 1940 para 75,3 por cento em 1980. Apresenta um anexo com 23 tabelas e 14 gráficos sobre a situação demográfica brasileira.
Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Quantitativo
Referência Espacial
Brasil
Habilitado
Referência Temporal
1872-1980

O Recife se Mudou

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Suarez, Maria Teresa Sales de Melo
Título do periódico
Recife. Estudo de caso: dinâmica populacional, transformações sócio-econômicas, atuação das instituições,
Volume
pp.81-124
Ano de Publicação
1982
Local da Publicação
São Paulo
Idioma
Português
Resumo
Estuda a cidade do Recife e sua região metropolitana através dos movimentos populacionais em 1950-70. A maior taxa de crescimento ocorre na década de 1950 (46,5 por cento ao ano), devida principalmente à migração. Utiliza dados de uma pesquisa feita em grupos escolares e bairros pobres da região metropolitana (1961) para determinar a origem dos migrantes. Destaca que mais de 40 por cento procedem do interior do estado de Pernambuco, identificando o Agreste como o lugar de nascimento da grande maioria. A característica marcante do crescimento recente do Recife é a expansão populacional da cidade, além dos seus limites geográficos, criando graves problemas habitacionais em virtude de planos já não apenas de iniciativa privada, mas principalmente governamentais. Estes aspectos, a calamidade das secas e os migrantes, fazem com que o Recife seja visto pela ótica institucional como a metrópole de uma região problema, convertendo-a, em 1959, na sede da SUDENE. Analisa a grande massa de subempregados, o chamado setor informal, gerado pelo alto crescimento populacional, a migração intensa e a defasagem entre população residente nas cidades e oferta de emprego. Coloca, a grandes rasgos, algumas das estratégias de sobrevivência deste setor, exemplificando com a tentativa de conciliação da condição de independência ou autonomia (e seus respectivos riscos) com o trabalho assalariado (e suas garantias legais).
Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
Recife
Brasil
Habilitado
UF
Pernambuco
Referência Temporal
1950-1970

A Dinâmica Populacional de Recife

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
José, Lenir
Título do periódico
Recife. Estudo de caso: dinâmica populacional, transformações sócio-econômicas, atuação das instituições,
Volume
pp.1-42
Ano de Publicação
1982
Local da Publicação
São Paulo ^b CEBRAP
Idioma
Português
Resumo
Com base no censo demográfico, traça a evolução populacional do Município do Recife, entre 1940 e 1970. Assinala que a população do Recife triplicou no período 1940-70, mantendo altas taxas de crescimento, especialmente nas duas primeiras décadas (acima de quatro por cento). Examina a estrutura etária por sexo e idade e observa um rejuvenescimento da pirâmide, uma alta natalidade e alta concentração nas primeiras idades. O índice de masculinidade denuncia um maior número de mulheres já desde a idade 20-24. No que diz respeito aos componentes do crescimento, assinala a pouca disponibilidade de dados. Quanto à fecundidade, usa os dados sobre parturição e analisa a composição etária das mulheres com 15-49 anos. Assinala uma taxa bruta de natalidade entre 40 e 46 por mil no período considerado e fixa a taxa de fecundidade total entre 6 e 6,5 para 1970, em Pernambuco urbano e Recife. Quanto à mortalidade, define taxas brutas de 22,83 por mil, para 1940 , e de 10,12, para 1970. Apoiando-se em tábuas modelo regionais brasileiras, obtém os seguintes valores para a esperança de vida: 34,04 (1940); 39,04 (1950); 46,38 (1960) e 52,61 (1970). A migração é abordada segundo o movimento de entrada das pessoas não naturais e segundo o saldo migratório. Os resultados indicam uma migração diferencial por sexo e idade, destacando-se a evasão de população com idades entre 0 e 9, e 30 e 44 anos caracterizando-se, assim, uma emigração familiar.
Método e Técnica de Pesquisa
Quantitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
Recife
Brasil
Habilitado
UF
Pernambuco
Referência Temporal
1940-1970