Movimento autônomo secundarista de São Paulo: conflitos, processos sociais e formação política

Tipo de material
Tese Doutorado
Autor Principal
Ramos, Rubia de Araujo
Sexo
Mulher
Orientador
Bastos, Elide Rugai
Ano de Publicação
2020
Local da Publicação
Campinas
Programa
Sociologia
Instituição
Unicamp
Idioma
Português
Palavras chave
Escolas
Conflito social
Processo decisório
Resistência ao governo
Resumo

A pesquisa objetiva identificar processos sociais decorrentes da experiência de organização do movimento autônomo dos estudantes secundaristas de São Paulo no período entre 2015 e 2018. Para isso, busca analisar como os jovens se organizam e atuam a partir da construção de uma consciência coletiva sobre a relação entre a educação pública de qualidade e a construção de uma sociedade mais justa e democrática. Aponta aspectos sociais recentes, expressos na forma da organização autônoma e horizontal do movimento secundarista, nos permitindo tratar a questão da legitimidade na mobilização estudantil enquanto movimento social e manifestação de seu tempo.

Para cumprir os objetivos propostos nesta pesquisa, considero a política educacional adotada pelo governo estadual paulista desde os anos de 1990; novas emergências dos movimentos sociais de 2013 que possam ter influenciado os secundaristas autônomos; a relação de conflito entre estado e comunidade escolar; e processos de socialização por meio de novas tecnologias de informação e comunicação. A pesquisa parte da hipótese de que a organização dos secundaristas autônomos é, ela própria, um processo social relevante para ganhos políticos na direção da manutenção e intensificação da democracia no estado de São Paulo.

Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
2015-2018
Localização Eletrônica
https://repositorio.unicamp.br/acervo/detalhe/1129225