Este artigo analisa a vida e a importância de ativistas de esquerda europeia e nacional, na elaboração de uma identidade judaica progressista e libertária, base da formação, entre os anos 1910 e 1920, da Associação Scholem Aleichem (ASA) e da Casa do Povo ou Instituto Cultural Israelita Brasileiro (ICIB), instituições atualmente situadas nas cidades do Rio de Janeiro e de São Paulo, respectivamente. Muitos deles vieram por motivos econômicos, mas, os principais fatores para o seu deslocamento foram as ditaduras na Polônia, hungria e Romênia, e a crescente ascensão do antissemitismo, e de suas militâncias nos partidos comunistas e no Bund. Os jornais e demais documentos, bem como entrevistas feitas com os ativistas constituem as fontes analisadas neste artigo. As posturas políticas, o modo como organizavam as atividades em ambas as associações, suas ideias sobre identidade e educação (formação de uma rede escolar própria) são dados considerados para a compreensão do que o grupo concebe como identidade étnica e social.
Memórias de gênero A construção de uma ídischkeit imaginária no Brasil
Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Bahia, Joana
Sexo
Mulher
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.48213/travessia.i68.496
Título do periódico
Travessia - Revista do Migrante
Volume
24
Ano de Publicação
2011
Local da Publicação
São Paulo
Idioma
Português
Palavras chave
Comunidade judaica
Identidade étnica
Cultura judaica
Resumo
Disciplina
Área Temática
Referência Espacial
Cidade/Município
Rio de Janeiro
Localidade
Associação Scholem Aleichem (ASA)
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
Cidade/Município
São Paulo
Localidade
Casa do Povo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
1910-1920
Localização Eletrônica
https://revistatravessia.com.br/travessia/article/view/496