Vivemos tempos de mobilidades turbulentas, que exigem agilidade criativa tanto na arte quanto na pesquisa científica. Uma série de manifestações no campo dos ativismos artístico e cultural - ou da criação estética - tem se dedicado justamente a atribuir visibilidade às estruturas ocultas, responsáveis pela manutenção das desigualdades subjacentes ao sistema hegemônico e que se expressam na multiplicação de fronteiras em diversas escalas. Experimentações envolvendo práticas como midiativismo, contracartografias, performances, engenharia reversa, entre outras, têm nos auxiliado a alterar o eixo cognitivo que organiza nossa percepção sobre diversos territórios, problematizando referenciais epistêmicos que tendemos, muitas vezes, a naturalizar. Interpelados por esse horizonte de questões, reunimos neste dossiê pesquisadoras e pesquisadores que se dispuseram a refletir sobre o tripé: 1) espaços fronteiriços, 2) ativismos artísticos/epistêmicos e 3) (i)mobilidades, desde terrenos empíricos os mais variados. Neste artigo, apresentamos as questões conceituais que animam o dossiê “Fronteiras, ativismos e (i)mobilidades: perspectivas estético-políticas”, assim como descrevemos cada uma das contribuições que o compõem.
Fronteiras, ativismos e (i)mobilidades: perspectivas estético-políticas
Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Freire-Medeiros, Bianca
Sexo
Mulher
Autor(es) Secundário(s)
Aderaldo, Guilhermo
Duarte, Fernanda
Sexo:
Homem
Sexo:
Mulher
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.4000/cadernosaa.4048
Título do periódico
Cadernos de Arte e Antropologia
Volume
11
Ano de Publicação
2022
Página Inicial
3
Página Final
14
Idioma
Português
Palavras chave
(i)mobilidades
ativismo
fronteiras
cidade
cosmopolitismo
Resumo
Disciplina
Área Temática
Referência Espacial
Brasil
Habilitado
Referência Temporal
(N/I)
Localização Eletrônica
https://journals.openedition.org/cadernosaa/4048