Como morre um projeto de policiamento comunitário. O caso GPAE nas favelas do Cantagalo e Pavão-Pavãozinho

Tipo de material
Tese Doutorado
Autor Principal
Silva, Marcus André de Souza Cardoso da
Sexo
Homem
Orientador
Machado, Lia Zanotta
Código de Publicação (DOI)
53001010010P9
Ano de Publicação
2010
Local da Publicação
Brasil
Programa
Antropologia
Instituição
UnB
Página Inicial
1
Página Final
352
Idioma
Português
Palavras chave
Policiamento comunitário
Dádiva
Favelas
Tráfico
Resumo

O presente estudo trata do impacto da implantação de um projeto de policiamento comunitário em duas favelas da cidade do Rio de Janeiro: Cantagalo e Pavão-Pavãozinho. Na tese, procuro demonstrar que as relações entre policiais e moradores são permeadas por demandas de reconhecimento e respeito, dentro de uma lógica de circulação de reciprocidades. A presença e atuação do policiamento comunitário foi responsável pela primeira experiência positiva que os moradores das duas favelas tiveram com a polícia. Os moradores das duas favelas se sentiram valorizados, tendo suas demandas pelo reconhecimento de dignidade, segurança, circulação e direitos atendidas. O desgaste do policiamento comunitário começou a se fazer antes de se completar um ano, quando a implementação, inicialmente exitosa, não conseguia mais assegurar um ambiente semelhante ao passado valorizado e há volta das práticas do tráfico que produzem diretamente medo e insegurança nos moradores.

Autor do Resumo
Autor
Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Área Temática
Referência Espacial
Cidade/Município
Rio de Janeiro
Bairro/Distrito
Favelas Pavão, Pavãozinho e Cantagalo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
Referência Temporal
Século XXI
Localização Eletrônica
https://repositorio.unb.br/handle/10482/7918